Nvidia e investidores anunciam novo fundo de US$ 500 bilhões em infraestruturas de tecnologias: como startups brasileiras podem inovar com recursos escassos em um mundo de gigantes.
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* Por Letícia D’Angelo Um cliente que precisa fechar um financiamento imobiliário já não necessita aguardar o horário comercial. Atualmente,…
O Rio Innovation Week 2026 reuniu cerca de 200 mil pessoas entre 4 e 7 de agosto, no Píer Mauá,…
Mais do que um rombo orçamentário, o avanço desenfreado das bets impõe uma grave crise de saúde mental e social ao país.
Em um cenário de crescimento aquém do potencial, maior banco privado do país mostra que a lógica dos ganhos não depende da euforia econômica.
Microsoft alcançou 30 milhões de assinantes pagantes no Copilot enquanto Alphabet e Meta enfrentam reação do mercado com infraestrutura mais cara. Apple também teve bons resultados, é o caso à parte.
Evento reúne esta semana no Píer Mauá um grande número de palestras e atividades para aproximar empresas, startups, investidores e comunidade técnica em torno de temas que já determinam decisões corporativas — de produtividade e novos produtos à gestão de risco.
Com juros mais exigentes, instrumentos públicos de crédito/subvenção e o capital corporativo (CVC) ganham tração para suprir o financiamento de startups — por que isso importa para negócios, empresas e investidores.
A recente concentração de aportes em rodadas avançadas e em deep techs sinaliza a maturidade de um mercado que trocou a promessa de escala desenfreada pelo rigor do retorno real.
Eventos climáticos extremos de 2025 e 2026 não foram meros acidentes da natureza, mas o sintoma de uma doença crônica no modelo de desenvolvimento das cidades brasileiras: a priorização da reação emergencial em detrimento do investimento preventivo e do planejamento territorial inteligente.









