O empreendedorismo está em alta – isso é um fato. Mas o que muitos não sabem (ou esquecem) é que empreender é uma maratona e não uma competição de curta distância. O sonho é um só: ser dono do próprio negócio e prosperar sem um “chefe”. Mas a verdade é menos glamourosa e de muito mais trabalho.
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Em um mercado cada vez mais competitivo e com clientes cada vez mais exigentes, as organizações precisam se ágeis para acompanhar todas as transformações e atender as demandas.
Atualmente, os profissionais ligados à área de vendas (inside sales, sales development e customer success) que vão trabalhar no mercado corporativo possuem um maior poder de barganha na escolha pela empresa ideal, uma vez que o setor está bastante aquecido e tem mais vagas do que propriamente candidatos disponíveis.
A despeito do difícil momento para as micro e pequenas empresas por conta das dúvidas econômicas envolvendo a pandemia da covid-19, o movimento de fusões e aquisições de grandes empresas foi intensificado no último ano.
Muita gente ainda pensa que o reconhecimento facial seja algo de Hollywood, daqueles filmes de ficção científica em que a gente vê carros voando e a humanidade explorando o espaço.
A crescente inserção da tecnologia em todas as áreas muda tudo na organização dos times de TI. Não mais os nerds de olhos fixos nas telas do computador entregando serviços sob demanda, mas profissionais multifocados, com habilidades para interagir com todos os setores.
Colaboração. Essa palavra tem um impacto muito grande quando falamos de empreendedorismo, redes de apoio ou comunidades. Ao contrário de alguns segmentos onde a concorrência é mais latente, nosso setor só tem a crescer e se desenvolver com parcerias em prol de objetivos em comum.
Somos surpreendidos com novos elementos e formatos no mercado com alguma periodicidade. É natural para a evolução de diferentes setores. Mas nos últimos tempos temos acompanhado uma grande aceleração no surgimento de novas escolas e tendências. Para mencionar algumas, as fintechs, edtechs, unicórnios e até mesmo definições de startups.
Essa é uma pergunta frequente em diversos grupos de discussão. Mas como efetivamente podemos levar as boas práticas e a experiência do consumidor para o mundo da interação empresa X empresa, o nosso conhecido B2B?
Em todos os âmbitos da nossa vida, as insatisfações geram oportunidades de mudanças. No Brasil, a instabilidade política e os impactos da crise do coronavírus, impulsionam empresários a pensarem na internacionalização como uma forma de continuarem a sua expansão.









