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Com a nova alta do combustível no início de março, diversos mercados estão sendo afetados e toda a sociedade pagará essa conta. Na logística, por exemplo, esse aumento reflete diretamente no valor do frete, já que 70% dos produtos que chegam até nós passam pelo transporte rodoviário de carga, e o combustível representa cerca de 50% dos custos.

Nasceram daí as primeiras moedas, feitas de metais preciosos. Ouro, prata, cobre. O valor que elas tinham estava diretamente ligado à escassez, pois não era simples achar esses metais na natureza. Então, na situação citada acima, para vender um terreno, em vez de trocar por 200 bois, a troca era feita por duas mil moedas de ouro, por exemplo. Com as moedas, a população passou a ter poder de escolha. Durante muito tempo, esse sistema fez sentido e isso permitiu que as sociedades seguissem evoluindo e crescendo.

A onda que atingiu e transformou o setor bancário, o varejo, transporte, entretenimento e turismo, também chegou ao setor de energia. E não na forma de um simples aplicativo para gerenciar suas faturas ou como um simples canal de atendimento digital, mas de maneira estrutural.

Como costuma ocorrer na entrada de um novo ano, a maior parte dos investidores avalia tudo o que foi feito nos 365 dias anteriores, para começar o planejamento do ciclo que se inicia. No cumprimento dessa importante tarefa, os não familiarizados com o universo de startups não pensam duas vezes ante oportunidades de aporte de recursos no ramo, partindo da premissa de que é o momento de aplicar receita em tecnologias e ideias inovadoras. Entretanto, vemos alguns deixarem escapar algumas possibilidades, por elas não se encaixarem nas teorias criadas por eles. Quando isso ocorre, divulgam as perdas. Essa ação é chamada de antiportfólio.

Tenho como um grande propósito na vida a missão de ajudar outras pessoas a viverem melhor. E acredito que isso se dá muitas vezes pela sua independência financeira, principalmente, quando falamos das mulheres – há muito ainda o que se fazer pela nossa equidade de direitos e com a pandemia, tivemos, inclusive, alguns retrocessos no progresso conquistado nas últimas décadas.

“Sempre foi assim, e sempre vai ser assim.” Essa frase é bastante comum de ser ouvida em ambientes de trabalho mais tradicionais. Ou melhor, era comum, até a pandemia chegar e obrigar as organizações a enfrentarem um dos principais desafios que o mundo corporativo já viveu: a necessidade de inovar e sair do status quo.

Atuando há quase 10 anos junto a grandes empresas no desenvolvimento de programas de Corporate Venture e Inovação Aberta, bem como acompanhando o que acontece nesse mercado tanto no Brasil quanto no mundo, posso dizer que já vi quase tudo que é possível acontecer de errado levando ao fracasso dessas iniciativas.