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Em dezembro de 2022, a startup imobiliária Loft fez a terceira rodada de corte no quadro de funcionários, ao dispensar mais de 300 pessoas. Ao longo do ano, as baixas afetam outras empresas, como Loggi, Ebanx e 99. Já no ano de 2023, o movimento segue o mesmo caminho, seja no Brasil ou no exterior.

O ano começou com tudo e agora as empresas começam a trabalhar suas propostas em busca de investimentos e colocação no mercado. As startups trabalham os mais variados segmentos levando sempre soluções tecnológicas para seus processos. Com mudanças de governo no Brasil, 2023 deve apresentar mudanças no mercado e o Startupi trouxe alguns mercados que vão chamar atenção.

A Transfeera, fintech de gestão e automação de pagamentos que realiza mais de 1 milhão de transações via PIX por mês, fez uma nova captação no valor de R$ 7 milhões. A rodada é liderada pelo fundo de investimentos focado em fintechs da Honey Island e 4UM Investimentos e também tem a participação dos fundos Bossanova Investimentos, Opus, Goodz Capital e Curitiba Angels.

Para os próximos anos, a expectativa é que o segmento de startups conquiste maior profissionalização, visando ao crescimento como resultado dos aportes iniciais. Para isso, as startups deverão estar preparadas para apresentar seus projetos no mercado de investimentos, uma vez que os investidores estão de olho em como elas estão aplicando os valores recebidos e quais serão as estratégias traçadas para crescerem em meio a um ambiente de tantas incertezas.

Programa de partnership para startups é o próximo assunto do “How to…” – quadro onde o Startupi explica, com ajuda de especialistas, termos e processos para novos empreendedores. O que é e como funciona? Lucas Mantovani, cofundador da Legaltech Marqui, explica.