A Dryve, startup que tem como objetivo transformar a experiência de compra e venda de veículos usados no Brasil, acaba de estruturar um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) no valor de R$100 milhões, que será destinado à formação de estoque de carros próprios. É a primeira vez que esse modelo de captação de recursos, já utilizado no país por outros mercados, como o imobiliário, é aplicado para a comercialização de automóveis.
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Com uma solução completa de treinamento, empresa já impactou mais de 5.000 profissionais em menos de um ano de operação
Com a aquisição, a TOTVS dá um passo importante na consolidação da dimensão de Business Performance, que é fundamental na estratégia de construção de um ecossistema de tecnologias B2B, composto ainda pelas dimensões de Gestão e Techfin. A construção desse ecossistema, além de ampliar o mercado endereçável, permite fidelização dos clientes e o avanço em sua cadeia de valor.
Apesar do aumento significativo de lojas online em 2020, com crescimento de 40,7% no ano, de acordo com a pesquisa “Perfil do E-commerce Brasileiro”, administrar um e-commerce ainda traz desafios para o varejo brasileiro.
Para aumentar e impactar ainda mais essa indústria, eles lançaram o Podium Labs, seu primeiro programa de aceleração, mais um grande passo para ampliar e fomentar negócios com diferentes empreendedores e startups.
Apesar de tudo, 2020 com certeza foi um ano histórico para os investimentos em startups. E 2021 parece que não vai ser diferente, prova disso é que só em fevereiro as startups receberam mais de R$ 1,3 bilhão em aportes. E as startups são dos mais diferentes segmentos como saúde, e-commerce, fintech e agro. E falando em agronegócio, foi um segmento que se destacou nos últimos meses com os investimentos da Sotran, Traive e TerraMagna, por exemplo. Segundo dados da Associação Brasileira de Startups, existem hoje 346 startups com soluções para o agro, dividida por diversos Estados do País.
“Sempre foi assim, e sempre vai ser assim.” Essa frase é bastante comum de ser ouvida em ambientes de trabalho mais tradicionais. Ou melhor, era comum, até a pandemia chegar e obrigar as organizações a enfrentarem um dos principais desafios que o mundo corporativo já viveu: a necessidade de inovar e sair do status quo.
Atuando há quase 10 anos junto a grandes empresas no desenvolvimento de programas de Corporate Venture e Inovação Aberta, bem como acompanhando o que acontece nesse mercado tanto no Brasil quanto no mundo, posso dizer que já vi quase tudo que é possível acontecer de errado levando ao fracasso dessas iniciativas.
Segundo uma pesquisa de Jorge Willian da Silva Cardozo divulgada na Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento em outubro de 2019, cerca de 60% dos empreendedores brasileiros não têm formação superior completa. O que isso significa?
Parafraseando Shakespeare, há muito mais potencial tecnológico entre o céu e a terra do que sonha a nossa experiência. Quer ver?









