“O ser humano tolera o erro do ser humano, mas não tolera o erro da inteligência artificial”, afirma especialista
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Edtech Motrix recebe aporte de R$ 14,05 milhões do Grupo Ágathos para levar flexibilidade na oferta de conteúdos curriculares para escolas
Com o crescimento massivo dos negócios digitais, muitas empresas têm utilizado o WhatsApp como principal canal de comunicação com seus…
A nova lei de proteção de dados suíça, a TrevFADP, entra em vigor em 1º de setembro de 2023 e revisa substancialmente a lei suíça de proteção de dados de 1992. Adaptada essencialmente aos padrões europeus GDPR com um “acabamento suíço” em certas áreas. Ela fortalece os direitos dos consumidores em relação a seus dados.
* Por Thales Calmon Os novos modelos de trabalho trouxeram mudanças significativas ao dia a dia dos negócios. Atuando na…
* Por Daniel Dahia Parece fora da realidade escalar ou automatizar algo tão abstrato quanto a criatividade, mas o CaaS…
A Sororitê, rede de investidoras anjo que investem em startups fundadas por mulheres, realizou uma segunda rodada de aporte no valor de R$470 mil reais na Sofi. A rede já havia feito um investimento anterior na startup, que possibilitou o desenvolvimento de novas funcionalidades no produto e aquisição de novos clientes.
Em um relatório divulgado pelo Group-IB, mais de 100 mil credenciais de contas abertas no ChatGPT, da OpenAI, apareceram em mercados ilícitos da dark web no período de um ano – entre junho de 2022 a maio de 2023. Os principais responsáveis por essas violações são ladrões de informações, por exemplo, Raccoon, Vidar e RedLine.
No universo jurídico, no entanto, essa relação acabou sendo alvo de debate e questionamentos bem antes mesmo da popularização do ChatGPT. Ainda em 2019, a França causou polêmica ao banir certos tipos de análises das decisões dos juízes, com base em dados. A justificativa apresentada pelo governo afirmava que a vedação dessas informações serviria para que a tecnologia não conseguisse construir perfis individualizados dos magistrados, evitando assim o controle sobre suas decisões.
O Bing, buscador com inteligência artificial da Microsoft, começou a ligar o nome de um médico com mais de 40 anos de carreira com mais de 100 casos de assédio espalhados pelo Brasil entre os anos 2011 e 2013. Não apenas médico, o profissional era o responsável por apurar os casos de assédio, e teve a sua ligação com os casos confundida pela IA.









