Autor: Convidado Especial

Espaço dedicado a artigos assinados por convidados Startupi. Aqui, especialistas em tecnologia, inovação e empreendedorismo compartilham suas expertises e levantam discussões relevantes para seus setores. As opiniões expressas pelos autores não representam, necessariamente, a opinião do Startupi.

*Por Michelle Oliveira A inteligência artificial deixou de ser tendência para se firmar como uma realidade incontornável no universo dos negócios. Arrisco dizer: seu avanço é irreversível. Ainda que o discurso popular insista em pintar a IA como uma ameaça ao fator humano, como se estivéssemos à beira da substituição completa, a realidade é mais complexa e, felizmente, mais promissora. No mundo corporativo, inteligência artificial e toque humano não são opostos. Para empresas com visão de futuro, essa combinação é, na verdade, o segredo do sucesso. Especialmente quando falamos de um dos pilares mais sensíveis de qualquer operação: o atendimento…

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*Por Fernando Trota Crescer rápido é o sonho de quase toda startup. Atrair clientes, aumentar receita, ganhar mercado: essas metas movimentam times e estratégias todos os dias. No entanto, expandir sem estruturar minimamente a área financeira pode gerar prejuízos difíceis de reverter. Quando a gestão de números não acompanha a velocidade de crescimento, o impacto no valuation (e na percepção de risco dos investidores) pode comprometer seriamente o futuro da empresa. É comum que, nos estágios iniciais, a startup concentre seus esforços em produto, vendas e marketing, enquanto o backoffice vai sendo deixado para depois. Essa escolha, em um primeiro…

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*Por Ale Garcia Nos últimos anos, a inteligência artificial (IA) deixou de ser uma promessa futurista e passou a fazer parte concreta da operação de empresas em todo o mundo. Mas, ao contrário do que se costuma imaginar, a verdadeira transformação que a IA pode provocar no Brasil não está restrita às grandes corporações ou ao universo das startups bilionárias. Ela está onde ainda não chegou com força total: nas microempresas, que compõem a base da economia brasileira. Segundo dados do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, em 2024 foram abertas 4,25 milhões de empresas…

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*Por Celso Amaral Vivemos uma era em que agentes autônomos baseados em inteligência artificial (IA) já não são apenas assistentes passivos de tarefas, mas atores proativos em jornadas complexas de clientes e colaboradores. Essas soluções agora tomam decisões, interpretam nuances da linguagem humana e integram sistemas críticos, tudo em tempo real. Mas à medida que a IA se torna mais poderosa, também cresce a urgência por garantir que seja responsável, previsível e confiável. IA responsável não é apenas uma questão ética, mas técnica. Exige design, engenharia e monitoramento contínuo. Quando falamos de previsibilidade, falamos de limites explícitos no comportamento dos…

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*Por Carolina Fernandes O conceito de phygital, que integra os mundos físico e digital, tornou-se uma estratégia essencial para marcas que buscam oferecer experiências mais fluidas e personalizadas aos consumidores. Impulsionado por avanços tecnológicos e mudanças no comportamento do público, o phygital evoluiu de uma tendência emergente para um diferencial competitivo, obrigando as empresas a reavaliar suas abordagens e investir em inovação. O que esperar de uma estratégia phygital? Estudos de caso que inspiram Phygital no marketing e comunicação Além de transformar o varejo, o phygital também impacta significativamente o marketing e a comunicação, promovendo: Oportunidade para marcas Integrar os…

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*Por Beatriz Ambrosio O futuro do trabalho foi um dos temas centrais da Web Summit Rio 2025, especialmente com o avanço exponencial da inteligência artificial (IA) em setores como e-commerce, SaaS e marketing. Em meio a esse cenário, a presença marcante de criadores de conteúdo destacou um dilema que já não pode mais ser ignorado: a IA representa uma ameaça real aos empregos ou está apenas transformando a forma como trabalhamos? Esse debate ganha ainda mais relevância quando se observa que, segundo relatório da Goldman Sachs, 300 milhões de empregos podem ser impactados pela automação baseada em IA até 2030,…

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*Por Rodrigo Rocha Acertar uma vez pode ser sorte. Acertar duas vezes exige algo mais profundo, um tipo raro de inteligência estratégica que só nasce da experiência real. Em um mundo obcecado por unicórnios, os serial founders são uma espécie ainda mais singular: pessoas que não apenas construíram uma empresa de sucesso, mas decidiram recomeçar. E fizeram isso com a mesma ambição, mas com outra cabeça. Eles são menos impulsivos, mais cirúrgicos. Sabem onde colocar energia e, principalmente, onde não vale a pena desperdiçá-la. Já conhecem o jogo, mas ainda têm fome. E talvez por isso acertem de novo —…

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*Por Thiago Oliveira Falar de inteligência artificial virou regra em qualquer planejamento estratégico. Está na pauta de conselhos, nos discursos de lideranças, nas metas de inovação. Mas há uma diferença importante entre falar de IA e gerar resultado com IA — e essa diferença, na maior parte das empresas, ainda é gigantesca. O que percebo é que muitas companhias estão presas demais no “como fazer” e pouco atentas ao “por que fazer”. Há um encantamento natural com a tecnologia, especialmente com os avanços recentes da IA generativa. Mas esse encantamento pode virar armadilha. Em vez de agir, muitas empresas ficam…

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*Por Raphael Ruffato A abertura do mercado livre de energia para pequenos comércios e indústrias, tais como, salão de beleza, restaurantes, padarias, pizzarias, açougues, entre outros, está marcada para agosto de 2026 e aos consumidores residenciais para dezembro de 2027, segundo Medida Provisória 1.300 assinada pelo governo. Este marco não será apenas mais uma mudança regulatória, ele representa uma disrupção de proporções bilionárias. Sair de 220 mil consumidores com liberdade de escolha do seu fornecedor de energia para mais de 90 milhões é um salto sem precedentes. E, nesse novo jogo, quem tiver agilidade, processos robustos alinhados à nova economia…

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*Por Rebecca Fischer A notícia de que a marca de skincare Rhode, fundada por Hailey Bieber, foi adquirida pela e.l.f. Beauty por até US$ 1 bilhão agitou a internet e rapidamente gerou manchetes e especulações: Hailey teria se tornado bilionária? A narrativa é sedutora — afinal, trata-se de uma celebridade jovem, influente e, agora, aparentemente uma das empreendedoras mais bem-sucedidas da indústria da beleza. No entanto, uma análise mais cuidadosa dos termos da negociação revela que o entusiasmo pode estar desconectado da realidade financeira. O valor divulgado, de até US$ 1 bilhão, é composto por duas partes: US$ 800 milhões…

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