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Artigos escritos por grandes especialistas do ecossistema de startups, do Brasil e internacionais, com insights, dicas e tendências para o setor.

Não é novidade para ninguém o fato de que a maioria da população brasileira está conectada em diversas redes sociais. O interesse da população nesses ambientes digitais é tão grande que, segundo um levantamento realizado pela Comscore, empresa norte-americana de análise de internet, o país é o terceiro que mais está presente nas redes sociais no mundo, totalizando mais de 131 milhões de contas ativas. Atrás apenas da Índia e da Indonésia e à frente dos Estados Unidos.

Foram 10 anos de filmes da Marvel, 6 temporadas de Cobra Kai, série derivada da famosa franquia dos anos 80, “Karate Kid”, diversas versões em live-action dos clássicos da Disney e, agora, o fenômeno “Barbie”. É perceptível como a indústria do cinema tem utilizado a nostalgia e a nossa memória afetiva para conquistar adultos e crianças ao redor do mundo.

Antes de mais nada, ressalto que o mercado está em constante movimento e que há diversas análises e apontamentos do tema em questão, que deixa claro quais são as ideias promissoras que devem ser observadas. Aqui, complemento com a minha visão a respeito de tudo o que me cerca. E para trazer as resoluções, primeiro faço uma provocação: o maior problema do mercado é analisar apenas projetos e planilhas, mas não analisar as pessoas.

Nos últimos cinco anos, é notável uma mudança no perfil das startups, em especial, no Brasil. Se analisarmos a lista de startups famosas, teremos nomes como iFood, Nubank, 99, PagSeguro, Stone e Quinto Andar. O que elas têm em comum? Atendem ao público final diretamente, ou seja, são empresas B2C. Por outro lado, hoje em dia, temos visto cada vez mais empresas atuando para outras empresas, ou seja, B2B.

Nos últimos anos, o conceito de empreendedorismo periférico vem se destacando pelo seu papel de transformação em comunidades de grandes cidades do mundo. Segundo uma pesquisa realizada pelo Sebrae e pelo IBQP (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade), o Brasil é o 7º país com o maior número de pessoas empresárias.

O Brasil tem vivido uma explosão de CVCs nos últimos três anos, somando já mais de uma centena de iniciativas do tipo no país, de acordo com a ABVCAP. Parte do motivo para esse salto tem a ver tanto com o maior interesse das companhias em investir em inovação aberta, quanto pela maior retração dos VCs tradicionais, que têm feito aportes mais cuidadosos por conta das instabilidades econômicas.