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Cuidar do meio ambiente, promover atividades de impacto social e adotar condutas éticas no dia a dia são ações que ganharam espaço no mundo corporativo nos últimos anos. Tudo isso graças à ascensão das práticas de ESG, sigla em inglês para ambiental, social e governança corporativa, que se tornaram um diferencial significativo no mercado e têm gerado cada vez mais valor para os negócios.

O surgimento das instituições financeiras remete aos primórdios da sociedade. Bancos, instituições de crédito e demais organizações do tipo têm exercido um papel fundamental ao longo de nossa história, fomentando episódios de evolução estruturais como a revolução industrial, mas também dando corda a eventos tóxicos tais como o auxílio a ditadores para ocultarem suas fortunas. Independentemente de como essas entidades têm beneficiado ou prejudicado a sociedade em certos casos, o fato é que elas exercem um papel fundamental na história da humanidade.

No último mês de setembro tive o privilégio de participar de dois eventos que ofereceram uma visão fascinante do que está acontecendo no mundo do Web 3.0 no Brasil. Esses eventos não estavam propondo comprar ou vender criptoativos e nem apresentar empresas com modelos de pirâmides, infelizmente algo presente de forma agressiva e pejorativa nas redes sociais e nas mídias tradicionais, mas de fato eles proporcionaram uma imersão profunda em um ecossistema que abraça a tecnologia blockchain e é impulsionado pela comunidade. E aqui compartilho minhas reflexões sobre essas experiências enriquecedoras.

Quem gosta de tecnologia e acompanha a inovação fica impressionado ao ver como a nossa relação com o trabalho mudou ao longo dos anos. Nos últimos tempos, essa virada de chave ficou ainda mais evidente, principalmente depois da popularização das soluções com base em Inteligência Artificial. Só que as novas demandas vão muito além do uso de novas ferramentas.

Este mecanismo jurídico costuma chamar a atenção de colaboradores e funcionários que possuem mais apetite a risco ou que veem nas ações da empresa uma forma de receita, pois oferecem a possibilidade de adquirir ações de uma companhia a um preço pré-estabelecido.