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Os últimos 12 meses empurraram o RH das empresas para uma espécie de digital compulsório. Esse movimento foi causado por vários fatores, como a necessidade de manter grande parte da equipe em trabalho 100% remoto; a mudança da lógica de “ficar de olho no funcionário” para uma de “capacitar a equipe a gerenciar seu tempo” e a requalificação das equipes para lidar com uma sociedade que sairá da crise muito diferente do que entrou.

“Sempre foi assim, e sempre vai ser assim.” Essa frase é bastante comum de ser ouvida em ambientes de trabalho mais tradicionais. Ou melhor, era comum, até a pandemia chegar e obrigar as organizações a enfrentarem um dos principais desafios que o mundo corporativo já viveu: a necessidade de inovar e sair do status quo.

Há quem diga que ser empreendedor acontece por oportunidade, necessidade ou os dois. Apesar dessa ser a realidade de muitos pequenos e grandes empreendedores, acredito que exista uma terceira categoria: os que colocam a criação de novos negócios como seu combustível do seu dia a dia.

A WPP anunciou hoje que adquiriu a DTI, empresa brasileira líder em inovação digital e engenharia de software. As soluções digitais da DTI ajudam os clientes a se tornarem mais eficientes, digitais e totalmente conectados aos seus clientes, oferecendo desde o desenvolvimento de sistemas de suporte de back-office, como automação da área de suprimentos e software de coleta de dados, até aplicativos e plataformas voltados para o consumidor, incluindo marketplaces e interfaces de serviços ao cliente.

Quantas parcerias você conhece que deram certo? Me lembro de algumas emblemáticas como Lennon e McCartney, Jobs e Wozniak e Lewis e Clark. Essas são, entre muitas outras, exemplos do poder que se gera com a junção de duas ou mais mentes brilhantes em um só objetivo. O que seria Steve Jobs sem o Steve Wozniak? Talvez mais um sonhador. Mas juntos criaram algo surpreendente e marcaram uma geração. 

Mesmo diante de um cenário incerto no setor automobilístico, com empresas saindo do mercado brasileiro, a Ambev fechou uma parceria com a startup FNM (Fábrica Nacional de Mobilidades) para o desenvolvimento de mil veículos elétricos, como caminhões e vans, previstos para estarem nas ruas até o fim de 2023 trabalhando na entrega de bebidas da Ambev.