A Terracotta Ventures, empresa de venture capital especializada em startups voltadas à cadeia da construção civil e ao mercado imobiliário, depois de investir em quatro empresas, inicia agora um plano de investir R$ 100 milhões nos próximos quatro anos.
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A Boa Vista, empresa que oferece inteligência analítica de ponta para a tomada de decisões em concessão de crédito e negócios em geral, anuncia a compra da Konduto, especializada em risco e antifraude para e-commerce e pagamentos digitais.
A Neomed, startup de soluções que buscam simplificar a relação entre clínicas, laboratórios e hospitais que necessitam de laudos médicos, recebeu um aporte de R$ 6,5 milhões. A rodada de investimentos foi liderada pela Positive Ventures, um fundo de impacto brasileiro.
A onda que atingiu e transformou o setor bancário, o varejo, transporte, entretenimento e turismo, também chegou ao setor de energia. E não na forma de um simples aplicativo para gerenciar suas faturas ou como um simples canal de atendimento digital, mas de maneira estrutural.
A Assina Saúde acaba de anunciar um aporte no valor de R$ 8 milhões em rodada seed promovida pela Astella Investimentos. Com foco em um modelo de saúde digital por assinatura, a empresa opera em todo o Brasil oferecendo telemedicina, consultas presenciais e exames de forma ágil, fácil e com preços acessíveis.
A gestora de venture capital Iporanga Ventures acaba de anunciar um investimento na Voe Tranquilo, startup que auxilia consumidores a obterem compensações, a partir de acordos, por danos sofridos junto às companhias de transporte aéreo.
Para aumentar e impactar ainda mais essa indústria, eles lançaram o Podium Labs, seu primeiro programa de aceleração, mais um grande passo para ampliar e fomentar negócios com diferentes empreendedores e startups.
Continuando a desenvolver o tema de equilíbrio entre carreira profissional e vida pessoal, vamos refletir um pouco sobre o que muitos chamam de o ativo mais valioso de uma pessoa, o seu tempo.
“Sempre foi assim, e sempre vai ser assim.” Essa frase é bastante comum de ser ouvida em ambientes de trabalho mais tradicionais. Ou melhor, era comum, até a pandemia chegar e obrigar as organizações a enfrentarem um dos principais desafios que o mundo corporativo já viveu: a necessidade de inovar e sair do status quo.
Você já deve ter ouvido falar das moedas digitais, não é mesmo? A mais conhecida delas é o Bitcoin, que tem atingido níveis elevados de valorização: no início deste ano, chegou a valer US$30 mil, 1000% a mais desde a baixa de março, quando a pandemia do novo coronavírus teve início.









