Apple (AAPL), Microsoft (MSFT), Amazon (AMZN), Alphabet, dona do Google (GOOGL), Facebook (FB) e Tesla (TSLA). Seis empresas de tecnologia que possuem, entre elas, 25% do valor de mercado de todas as companhias listadas no índice S&P 500.
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Acabo de ter uma conversa muito interessante com um dos grandes gurus de vendas. Na visão dele o vendedor tem muita dificuldade em ver e entender as mudanças no comportamento de compras dos clientes e, quando vê, é porque já perdeu 3 ou 4 negócios.
Há pelo menos 5 anos, o celular vem ganhando protagonismo no mercado, o aparelho além de ser um dos mais desejados bens de consumo, em todo o mundo, é hoje uma ferramenta de trabalho e, principalmente, um vetor de consumo.
A Alpha Capital anunciou hoje que fechou sua oferta pública inicial de US$ 230 milhões no Nasdaq Capital Market (“Nasdaq”), negociando sob o símbolo “ASPCU” (Alpha Capital Acquisition Co).
A despeito do difícil momento para as micro e pequenas empresas por conta das dúvidas econômicas envolvendo a pandemia da covid-19, o movimento de fusões e aquisições de grandes empresas foi intensificado no último ano.
O cenário desafiador que o mercado enfrenta atualmente fez com que gestores e donos de empresas replanejassem gastos e investimentos sem desacelerar sua produtividade.
O governo dos Estados Unidos está recorrendo às gigantes da tecnologia para auxiliar em seu plano nacional de vacinação contra a covid-19.
A CyberLabs, startup brasileira de inteligência artificial (IA) e a PSafe, especializada no desenvolvimento de soluções de segurança, performance e privacidade, anunciam a fusão das duas empresas, com a criação do Grupo CyberLabs. O novo grupo projeta mais de R$100 milhões de faturamento para 2021.
61% dos brasileiros escolhem aprender inglês em um dos aplicativos mais conhecidos de idiomas no mundo. Aprender a língua inglesa no app que tem o ator como investidor, que já foi o homem mais seguido no Twitter na década passada, também é preferência em outros 121 países, o que representa cerca de 62% de todas as nacionalidades. Um case de sucesso e tanto.
De acordo com pesquisa recente da Ebit/ Nielsen, o e-commerce no Brasil ainda é bastante dependente dos marketplaces e os varejistas destas plataformas possuem participação de 78% no faturamento total do mercado.









