Os termos Data Science ou Ciência de Dados se tornaram mais comuns nos últimos tempos, porém muitas pessoas ainda não…
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* Por Gabriel Matsuda O termo DataOps surgiu pela primeira vez em junho de 2014, em um post do blog IBM Big…
Muito se fala sobre big data, muita gente sabe dar uma definição ou citar algum exemplo. Não é uma coisa…
Volta e meia, noticiamos investimento de fundos norte-americanos e europeus em empresas brasileiras. Hoje, vamos fazer o contrário. Divulgamos que…
Volta e meia, noticiamos investimento de fundos norte-americanos e europeus em empresas brasileiras. Hoje, vamos fazer o contrário. Divulgamos que…
Fintech realiza captação para levar serviços financeiros para adolescentes; Startup de Big Data recebe aporte; Rappi finaliza maior acordo de aquisição de sua história e Banco do Brasil investindo em fintech.
De acordo com o estudo “Mapeamento de Startups Marítimas e Portuárias”, existem hoje, em todo o mundo, 528 startups no setor marítimo e portuário ou com soluções que atendam diretamente a demandas dessa indústria. Desse grupo, 214 das shiptechs mapeadas (mais de 40% do total) desenvolvem soluções com uso de Big Data & Analytics. E a Inteligência Artificial/Machine Learning, com 85 startups, fica em segundo entre as principais tecnologias, à frente de Internet das Coisas (IoT), Sensores & Monitoramento (83).
A Elifepar, empresa de participações que investe em negócios B2B para nichos de mercado ainda não atendidos, fez um aporte de R$ 1 milhão no Plexi, plataforma de big data com foco em empresas com operação 100% automática para consulta de dados sobre pessoas físicas e jurídicas em mais de 50 fontes públicas como Receita Federal, Detrans e Tribunais de Justiça de todo o Brasil.
O mercado tem valorizado cada vez mais aqueles que apostam na inovação e em metodologias atuais. E, quando o assunto é tecnologia nas empresas, a Inteligência Artificial, Data Science e Big Data ganham força, contribuindo para o avanço da transformação digital no ambiente corporativo.
Quando começou-se a trabalhar com Big Data, lá no início dos anos 2000, não imaginava-se o impacto que isso causaria para as empresas. Tanto para as que viriam a consumir esse produto, quanto para as que nasceriam justamente para ofertar essa tecnologia ao mercado.






