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    Home»Artigo»Dia Internacional da Mulher: o que acontece nos outros 364 dias do ano?
    Artigo

    Dia Internacional da Mulher: o que acontece nos outros 364 dias do ano?

    dia 8 de março tem suas origens em movimentos de reivindicação de mulheres na política, trabalhista, passeatas, greves e perseguições

    Carolina GilbertiPor Carolina Gilberti10/03/2024Atualizado em:10/03/2024Leia em 3 minutos
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    bolsas em tecnologia mulheres
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    O dia 8 de março tem suas origens em movimentos de reivindicação política, trabalhista, passeatas, greves e perseguições, consolidando uma luta que começou com ações de operárias na virada do século 19 para o 20. Cem anos depois, é importante reconhecermos os nossos avanços, e o maior deles diz respeito a nossa liberdade de escolha. Essas mobilizações trouxeram mudanças significativas, levaram as mulheres às universidades, ao direito do voto, entre outras grandes conquistas. Demos passos largos, sim, mas ainda há muitos a serem dados. 

    Qual será o próximo, então? O que a mulher pós-moderna ainda tem a conquistar? Segundo Isabelle Anchieta, doutora em Sociologia, mestre em Comunicação Social e jornalista, “o próximo passo é ocupar os cargos de liderança”.

    Mulheres à frente

    Hoje, no Brasil, 38% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres, segundo pesquisa publicada em 2023 pela Grant Thornton, empresa global de auditoria, consultoria e tributos. Elas assumem mais cadeiras na diretoria de recursos humanos, com 43% de participação. Na diretoria executiva, marcam posição em cargos na área financeira (34%). Ainda ocupam mais vagas de apoio (RH, marketing e finanças) em vez de oportunidades como executivas (CEOs).

    Diante desses números, é importante trazer dados da pesquisa feita pela consultoria McKinsey que mostra que a presença de mulheres no mercado de trabalho e em cargos de liderança pode gerar um aumento de até US$ 12 trilhões no Produto Interno Bruto (PIB) global até 2025. No Brasil, o acréscimo seria de cerca de US$ 410 bilhões. Se a presença feminina nas corporações tem impacto nos resultados, a pergunta que fica é: por que não investir nas lideranças femininas?

    As batalhas persistem

    A luta pela conquista de espaço e reconhecimento ainda continua. O que mudou é que hoje se tornou mais intelectual e necessita de um diálogo inteligente, embasado em dados e informação. Atualmente, os nossos interlocutores são os líderes que ocupam as cadeiras de tomada de decisão, formados em sua maioria por homens. Se queremos ser ouvidas, precisamos ajustar a nossa comunicação e trazê-los para perto. Eles são nossos aliados nessa mudança. 

    Por fim, trago uma palavra essencial para que essa transformação aconteça: intencionalidade. Quando a pauta é diversidade, inclusão e liderança feminina, precisamos todos agir com intencionalidade: feito de propósito, por querer; intencionado, proposital, deliberado. A partir desse ponto, a pauta que hoje é exclusiva do dia 8 de março se estenderá para os outros 364 dias do ano, tornando-se parte da cultura (e da intenção) das empresas e dos setores públicos, promovendo assim mais equidade, melhores condições de trabalho e voz às mulheres. 


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    Dia internacional da Mulher emprego mulheres trabalho
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    Carolina Gilberti
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    CEO da Mubius Womentech Ventures e Jornalista formada pela PUC-Minas.

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