O sucesso em longo prazo de uma companhia não acontece por acaso. É resultado de visão clara, estratégias bem definidas e execução eficaz. No mundo empresarial, que segue em constante evolução, quem não se prepara com antecedência para lidar com os desafios que podem surgir, não consegue sobreviver às crises. De desenvolvimento de parcerias, fortalecimento de networking, até chegar à cultura de inovação, várias etapas são importantes para manter a excelência.
Autor: Convidado Especial
Foi justamente essa capacidade, de prever e influenciar bilhões de pessoas, que tornou essas empresas, antes inexistentes, nas atuais mais valiosas companhias do mundo. Mas qual o impacto disso em nós? E pior, qual o impacto em nossos filhos que não possuem outro parâmetro de mundo?
O “smart money” não é necessariamente uma solução garantida para evitar a falência de uma empresa ou garantir o sucesso absoluto de uma startup, mas, sem dúvidas, deve ser considerado e avaliado com bastante otimismo, levando em conta que um investidor que agregue conhecimento pode ser tão importante quanto o próprio dinheiro.
Nos últimos anos, com a ampliação do debate em torno dos temas ambientais, sociais e de governança, reunidos sob a sigla ESG, muitas empresas têm divulgado mais informações a esse respeito, com o intuito de chamar atenção para a adoção de boas práticas corporativas ligadas à promoção desses pilares. No entanto, apesar da crescente disseminação dessa pauta entre as organizações, ainda não há um padrão consolidado para a apresentação de métricas e resultados ESG.
É muito comum ouvir de empreendedores que “investidores não querem correr riscos”, como uma crítica por não terem sido escolhidos. Entretanto, investidores em startups sabem que mesmo selecionando os melhores empreendedores e oportunidades, ainda assim provavelmente a maior parte das startups irão fracassar.
O mundo inteiro está falando sobre o potencial da inteligência artificial e o quanto essa tecnologia vai impactar nossas vidas. Estima-se que o varejo será o principal setor afetado, com cerca de 760 bilhões de dólares (McKinsey). O “pai” do termo inteligência artificial, John MacCarthy (1927-2011), imaginou que a máquina poderia simular a mente humana. Essa simulação ocorre de forma preditiva a partir de dados históricos, e podemos experimentar esse conceito com o ChatGPT. Inclusive, seu fundador, Sam Altman, talvez tenha sido o principal responsável pela popularização dessa tecnologia.
No Brasil, a IA é alvo de holofotes e debates sobre seu uso nos mais diversos setores. Por isso a importância da discussão sobre regulamentação, a fim de promover transparência para que as pessoas possam utilizar os recursos da ferramenta de forma segura.
Melhorar experiência dos clientes ajuda na saúde financeira das startups
* Por Wana Schulze Depois do sucesso das fintechs, healthtechs e edtechs, estão surgindo no horizonte empreendedor as chamadas green startups, iniciativas empreendedoras que apostam no uso de tecnologias consideradas limpas e sustentáveis.Tendência bastante alinhada às práticas de ESG, sigla em inglês para questões ambientais, sociais e de governança corporativa, que estão sendo fomentadas no mundo todo, elas apontam para um empreendedorismo ainda mais comprometido, consciente e preocupado com o meio ambiente e o combate à crise climática. Acesse aqui e responda ao Censo Investidores 2023! Queremos ouvir você! São empresas que estão dedicadas à redução de impacto, seja por…
A Inteligência Artificial (IA) representa uma revolução conceitual que está redefinindo a forma como as empresas operam e geram receita a partir da possibilidade de interação com clientes de diferentes portes. Esse avanço se deve à capacidade da IA de processar vastas quantidades de dados, revelando insights valiosos, identificando padrões, tendências e relacionamentos ocultos.









