Tenho como um grande propósito na vida a missão de ajudar outras pessoas a viverem melhor. E acredito que isso se dá muitas vezes pela sua independência financeira, principalmente, quando falamos das mulheres – há muito ainda o que se fazer pela nossa equidade de direitos e com a pandemia, tivemos, inclusive, alguns retrocessos no progresso conquistado nas últimas décadas.
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Segundo uma pesquisa de Jorge Willian da Silva Cardozo divulgada na Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento em outubro de 2019, cerca de 60% dos empreendedores brasileiros não têm formação superior completa. O que isso significa?
O empreendedorismo está em alta – isso é um fato. Mas o que muitos não sabem (ou esquecem) é que empreender é uma maratona e não uma competição de curta distância. O sonho é um só: ser dono do próprio negócio e prosperar sem um “chefe”. Mas a verdade é menos glamourosa e de muito mais trabalho.
Colaboração. Essa palavra tem um impacto muito grande quando falamos de empreendedorismo, redes de apoio ou comunidades. Ao contrário de alguns segmentos onde a concorrência é mais latente, nosso setor só tem a crescer e se desenvolver com parcerias em prol de objetivos em comum.
A Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME) e o Sebrae anunciaram na última terça-feira investimentos de R$44 milhões no InovAtiva Brasil para apoiar 15 mil startups brasileiras nos próximos anos.
Eu, assim como meus sócios, sempre encarei com muita cautela o assunto aporte. Tinha em mente que esse investimento deveria ser buscado apenas se fosse para potencializar o nosso negócio.
O novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomou posse na última quarta-feira e tem como propostas de campanha um grande pacote de medidas de incentivo ao empreendedorismo, que deve ajudar os pequenos negócios americanos a superarem a crise causada pela pandemia que provocou mais de 400.000 mortos e perdas que atingem 75% das empresas do país.
A Favo, empresa de inovação pioneira na implementação na América Latina do community group buy, anunciou um aporte de investimentos que somam R$ 35 milhões de fundos venture capital relevantes, como o GFC (Global Founders Capital) e Elevar Equity.
O ano de 2020 trouxe grandes desafios para o mercado de trabalho. Profissionais de todos os setores foram induzidos a repensar sua dinâmica empresarial e adotar novos métodos para equilibrar o faturamento da marca durante a crise. Com uma nova fase começando, a expectativa é que 2021 seja um ano mais promissor para os negócios, e por isto, é preciso ficar atento às oportunidades e se munir de estratégias para fomentar o crescimento de sua empresa depois da pandemia.
O empreendedor tem sido visto como a figura heroica no mundo dos negócios, pois é aquele que apresenta insights geniais e, não raro, é quem “virou o jogo” e permitiu-se uma grande viagem pessoal e profissional em busca da realização dos sonhos.









