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Buscando simplificar a forma de se acompanhar os investimentos, a Kinvo renovou o mercado de fintechs para o grande público e chamou a atenção de grandes empresas do mercado, chegando ao ponto de ter sido adquirida pelo BTG Pactual por R$72 milhões. Esse foi o assunto na conversa entre Moacy Veiga, CEO da Kinvo, com Geraldo Santos, CEO do Startupi e João Kepler, CEO da Bossanova Investimentos em mais um episódio da série Exit in Action!.

Está no ar o Episódio#05 do Exit in Action! – série inédita com entrevistas, onde podemos conhecer de perto cases de sucesso de empreendedores, seus diferenciais e atitudes que fizeram suas Startups elevarem o Valuation no mercado a ponto de serem compradas por grandes empresas. Neste Episódio, João Kepler e Tiago Fabris da BossaNova, e Geraldo Santos, do Startupi, conversaram com Anderson Morais, fundador da Agenda Edu, que contou detalhes da sua jornada, desde a criação da startup até sua venda para a ELEVA Educação.

Na última sexta-feira (21), o Startupi realizou mais um episódio da série de entrevistas Exit in Action!, onde é possível conhecer de perto o que está por trás dos cases de empreendedores de sucesso com casos de EXIT para os investidores, seus diferenciais e atitudes que fizeram suas startups elevarem o valor no mercado a ponto de serem compradas por grandes empresas.

A fintech Warren, corretora, gestora e administradora de investimentos recebeu um novo aporte de R$ 300 milhões, liderado pelo GIC, fundo soberano de Singapura e investidor global de longo prazo de grandes empresas como Nubank, Sankhya Hotmart e VR Benefícios. A rodada – que é o dobro do valor das duas anteriores – contou ainda com a participação dos fundos Ribbit Capital, Kaszek e Chromo Invest – investidores desde a Series A – a QED, Meli Fund e Quartz, que também entraram na Series B. 

Se você tem uma startup que está localizada fora dos centros de inovação badalados como São Paulo, Belo Horizonte e Florianópolis, por exemplo, já deve ter sentido na pele o quanto é difícil conquistar visibilidade nacional e escalar para fora da sua cidade ou região. Imagine então captar investimentos ou participar de programas de Corporate Venture das grandes empresas. Pelo tamanho do País, diversidade de culturas, falta de acesso a informação, ou até mesmo pelo preconceito que pode existir, muitas vezes buscar clientes, ganhar mercado, tracionar, escalar uma startup é tão ou mais difícil quanto internacionalizar sua operação para outros países.