A Rivian, startup de veículos elétricos apoiada pela Amazon e pela Ford, afirmou hoje que pretende iniciar a produção de uma picape elétrica e um SUV ainda neste ano, e anunciou uma rodada de investimentos de US$2,65 bilhões liderada pela T. Rowe Price.
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A Worc, startup que quer revolucionar o modelo de contratações operacionais para o mercado de trabalho no setor de foodservice por meio da inovação e da tecnologia, recebeu um aporte liderado pelo Honey Island Capital e com coinvestimento da GVAngels, Bossa Nova e Renato Freitas (fundador da 99 e da Yellow).
A ThoughtWorks, consultoria global de software, anunciou duas importantes movimentações globais. A primeira delas é que a empresa acaba de receber um investimento de US$ 720 milhões das empresas GIC, Siemens AG, Fidelity Management and Research LLC, e Mubadala Investment Company.
A Movida, locadora de veículos, fechou um acordo para a compra da Vox, empresa paulista de gestão e terceirização de frotas, por R$89 milhões.
A HygiaBank, empresa que desenvolve soluções tecnológicas para relacionamento com clientes para estabelecimentos na área de saúde, anuncia a aquisição da Dr. Mob, um dos principais players do mercado de gestão para clínicas e centros médicos do país, tendo em sua carteira redes como Docctor Med, Clínica da Cidade, Rede Mais Saúde, Femme Laboratório da Mulher, entre outros.
A empresa britânica de entrega de alimentos Deliveroo disse neste domingo que levantou mais US$ 180 milhões de atuais investidores, incluindo a Amazon, em um movimento que avalia o negócio em mais de US$7 bilhões.
O ano de 2020 trouxe grandes desafios para o mercado de trabalho. Profissionais de todos os setores foram induzidos a repensar sua dinâmica empresarial e adotar novos métodos para equilibrar o faturamento da marca durante a crise. Com uma nova fase começando, a expectativa é que 2021 seja um ano mais promissor para os negócios, e por isto, é preciso ficar atento às oportunidades e se munir de estratégias para fomentar o crescimento de sua empresa depois da pandemia.
Estamos na década do Social Marketing, rumo a um mercado conduzido por pessoas e não mais por empresas. Pensando nisso, fica o questionamento: como prender a atenção do público?
A pandemia e a crise econômica mudaram completamente os hábitos dos consumidores. Devido ao isolamento social, as pessoas foram obrigadas a utilizar exclusivamente os canais digitais para realizar as suas compras. Com isso, o comércio eletrônico registou um crescimento significativo nos últimos meses
Desde 2008 eu venho monitorando o mercado de TI através de pesquisas de mercado. Então, no começo deste ano, recebi um montão de e-mails e telefonemas de empresários querendo saber como seria o futuro do mercado de TI.









