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A Ame Digital, fintech e plataforma mobile de negócios do Universo Americanas, adquire a Nexoos Holding S.A., fintech de crédito online que conecta investidores institucionais e pessoas físicas a Pequenas e Médias Empresas (PMEs).

A SP Ventures, uma das gestoras de Venture Capital mais tradicionais do país, reconhecida globalmente pela especialização na cadeia do agronegócio, anuncia investimento na startup Verge Ag, que possui tecnologia para práticas sustentáveis e melhora a eficiência de maquinários no campo.

A Deep Branch, startup britânica de reciclagem de dióxido de carbono, anunciou que concluiu uma rodada de investimentos Série A de € 8 milhões. O investimento complementa um combinado de € 4 milhões em financiamento não dilutivo garantido por projetos financiados por subsídios do Reino Unido e da UE programados do quarto trimestre de 2020 ao primeiro trimestre de 2023.

Apesar de tudo, 2020 com certeza foi um ano histórico para os investimentos em startups. E 2021 parece que não vai ser diferente, prova disso é que só em fevereiro as startups receberam mais de R$ 1,3 bilhão em aportes. E as startups são dos mais diferentes segmentos como saúde, e-commerce, fintech e agro. E falando em agronegócio, foi um segmento que se destacou nos últimos meses com os investimentos da Sotran, Traive e TerraMagna, por exemplo. Segundo dados da Associação Brasileira de Startups, existem hoje 346 startups com soluções para o agro, dividida por diversos Estados do País.

O mercado financeiro brasileiro vem passando por profundas mudanças nos últimos anos, se transformando em uma economia mais dinâmica e inclusiva. Nosso atual cenário macroeconômico inédito de juros baixos e inflação controlada, além da ascensão de fintechs que trazem produtos inovadores baseados na tecnologia, nos dão claro sinal de que é tempo de mudança e quem ganha com isso é toda a sociedade.

Voltado ao financiamento agrícola, o FIDC Agro SGT, fundo criado pela Terra Magna, Sparta e Grano Capital, acaba de captar R$48 milhões. Com isso, distribuidores de insumos do agro poderão se beneficiar com o serviço através da antecipação de CPRs (Cédula de Produto Rural), emitidas pelos produtores rurais nas operações de Barter – viabilizador comercial que consiste na troca de insumos pela produção agrícola.