A Gávea Angels, primeira associação de investidores-anjo da América Latina, começou a operar em São Paulo há menos de 3 anos e demonstra faro calibrado para bons negócios, comemorando a venda da plataforma de open banking Bit Capital para o braço financeiro da Lojas Americanas, a AME. Os valores da transação não foram revelados.

“Nosso objetivo é, não só, oferecer a ajuda financeira, mas principalmente a nossa experiência para que as startups possam evoluir e alçar voos altos. E, no caso da Bit Capital, estamos seguros de que a experiência de nossos associados foi relevante para o desenvolvimento da startup e a realização dessa transação”, afirma Jorge Rocha, presidente da Gávea Angels.

Uma das principais plataformas de open finance baseada em blockchain, a Bit Capital, que propõe a simplificação dos serviços financeiros de qualquer empresa com agilidade e segurança, acelerou a grande transformação que o setor financeiro vem vivendo e para isso contou com o auxílio da Gávea Angels, que aportou na startup este ano.

Jorge Rocha, presidente da Gávea Angels.

Em pleno período de isolamento devido à pandemia da covid-19, permitiu à empresa montar a infraestrutura para atender à demanda do momento e a gestão adequada que a permitiu construir os diversos produtos e serviços financeiros e ter sido uma das primeiras empresas do mercado brasileiro a realizar todo o processo do PIX de forma efetiva e rápida. 

Um dos pioneiros grupos de investimento anjo no Brasil, Gávea Angels oferece, não só o capital financeiro, mas a experiência de 18 anos do grupo, bem como o capital intelectual de seus associados com suas redes de contatos, parceiros e estratégias para as investidas. 

Recentemente, com o avanço de sua capilaridade para São Paulo, sob novo conselho diretor, presidido por Jorge Rocha, além da Bit Capital que agora fecha seu ciclo com a saída, a Gávea Angels aportou mais de R$ 6 milhões em aportes nas startups Back4App, BitCapital, Congresse.me, Folha Certa, GeekHunter, Home Agent, InstaCasa, Previsiown e Tevec.

Sob a tutela do grupo, startups operacionais, altamente escaláveis, podem romper fronteiras locais, nacionais e até internacionais, de acordo os sonhos e a capacidade de execução de seus fundadores para liderar a empresa para uma nova fase de crescimento acelerado e com expertises complementares entre si.