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O Arena Hub, centro de inovação e fomento ao empreendedorismo com foco em esportes e entretenimento, anunciou na última semana a vencedora do ‘Desafio Like a Player’, promovido em parceria com o Sebrae e apoio do Nexus e do Startupi.

Com o objetivo de incentivar soluções inovadoras e tecnológicas que possam contribuir para o desenvolvimento da Indústria Esportiva, o challenge recebeu mais de 80 inscrições de startups de todo o país e com teses em diversos segmentos, dentre elas: Inteligência de Negócios, Performance Humana, Impacto Social, Engajamento dos Fãs, Conhecimento, Espaços e Coisas Inteligentes, eSports, Mídia e Conteúdo.

O challenge foi composto por 3 fases: inscrição, fase de pitches e um evento final onde foi divulgada a vencedora.

Para esta última etapa, o desafio reuniu nomes de peso e participaram do júri Marcello Gonçalves, cofundador da Domo Invest; Mauro Silva, vice-presidente da Federação Paulista de Futebol; Abdul Fares, CFO da Marabraz; Marco Aurélio Pegolo (Chui), Secretário Executivo de Esporte do Estado de SP;  e Eduardo Andreassa Baraldi, CEO da Octagon.

As startups que participaram dessa fase e apresentaram seus projetos, por ordem de classificação, foram: Fan Base Network (SP), iSportistics (SP), Tero (SP), Joga (SC) e Soul Brasil (PR).

A vencedora, Fan Base Network, foi fundada em 2019 e acredita na capacidade do engajamento, por isso tem como propósito ajudar as organizações esportivas a maximizarem o valor de seus fãs e comunidades.

Durante a apresentação, Rafael Mangabeira, fundador da startup, ressaltou que as sociedades esportivas não conhecem seus fãs. “Elas não sabem onde eles estão, o que eles querem e elas acabam se comunicando quase que exclusivamente por redes sociais”. Essa falta de identificação traz diversos impactos como o impacto negativo em suas receitas, principalmente por baixa atratividade das marcas em relação a patrocínio.

Como forma de diminuir esse gap na indústria esportiva, a Fan Base possui uma solução que combina tecnologia, abordagem de dados e estratégias digitais para desenvolver programas de relacionamento e oportunidades de negócios excepcionais com os fãs de esporte para entidades esportivas e patrocinadores.

Rafael ainda falou sobre o papel da tecnologia atualmente e destacou que a grande força da Fan Base está em encontrar uma solução que se encaixe no problema específico de um mercado. “A tecnologia é meio, quer dizer, ela não resolve o problema como um todo. Ela tem que facilitar o endereçamento de um problema. Às vezes ela é um pilar mais central, às vezes menos”, explicou.

Rafael Mangabeira durante a final do Desafio Arena Hub

Os prêmios, somados, equivalem a mais de R$ 400mil. No caso da Fan Base, a primeira colocação reflete em uma posição free no Arena Hub por seis meses, um espaço importante para reuniões, encontros e momentos de dedicação ao autodesenvolvimento; mentorias mensais para compartilhar conhecimento e receber insights de inovação promovidos pelos empreendedores da 2simple e profissionais do Sebrae; apresentação da startup para fundo de investimento e para Entidades Esportivas associadas ao Arena Hub, além de um publieditorial com veiculação no portal e nas redes sociais do Startupi.

Em segundo lugar, a iSportistics, startup que utiliza Inteligência Artificial para gerar grafismos e conteúdos em tela para transmissão de eventos esportivos, também terá uma posição free no Arena Hub por três meses, além de mentorias e acessos a serviços jurídicos cedido pela Bonuz.

A Tero, plataforma digital que conecta atletas brasileiros a oportunidades de carreira, foi a terceira colocada e também terá acesso a mentorias e serviços jurídicos disponibilizados pelos apoiadores do desafio.

Fernando Patara, cofundador do Arena Hub, disse que as apresentações finais demonstraram o potencial existente no ecossistema que pode ser aplicado a favor da indústria esportiva. “Sempre reiterando que nós trabalhamos não para startups de esporte, nós precisamos de startups para o esporte. O esporte é muito grande e ele carece de áreas que sejam atendidas por inovação e transformação. É um mercado monstruoso, que movimenta R$ 2,2 trilhões. Então tem uma capacidade enorme para ser absorvida e ainda é um oceano azul”, afirmou.

Além disso, ele falou sobre o propósito do hub e seu papel dentro desse ecossistema. “Nosso objetivo é sentar junto com as entidades esportivas e, através das dores que são mapeadas, buscar soluções através da inovação das startups e então realmente gerar essa conexão entre entidades esportivas, clubes, federações, confederações e startups para promover toda essa transformação digital”, concluiu Fernando.

Pré-aceleração

Em primeira mão, Fernando anunciou que o Arena Hub, a fim de dar continuidade ao seu propósito de desenvolver startups e fomentar o ecossistema, terá também um programa de pré-aceleração.

As startups que tenham interesse em saber mais informações sobre o programa e o processo de seleção podem realizar seu cadastro no site.