Começaram a valer esta semana as primeiras mudanças previstas na reforma e empresas devem estar atentas para não correrem riscos em suas operações.
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Com a Selic em 15% e a inadimplência rural em máxima histórica, startups do agro migram do crédito bancário para o mercado de capitais — e redefinem quem financia o campo.
Evento reúne esta semana no Píer Mauá um grande número de palestras e atividades para aproximar empresas, startups, investidores e comunidade técnica em torno de temas que já determinam decisões corporativas — de produtividade e novos produtos à gestão de risco.
Com juros mais exigentes, instrumentos públicos de crédito/subvenção e o capital corporativo (CVC) ganham tração para suprir o financiamento de startups — por que isso importa para negócios, empresas e investidores.
CRIs, debêntures incentivadas e FIDC ganham espaço em operações de growth, com captações estruturadas para infraestrutura, capital de giro e projetos de longo prazo.
A diminuição gradual da taxa básica de juros ainda mantém os investidores de venture capital em um estado de cautela, ao mesmo tempo que cria uma oportunidade valiosa para fusões e aquisições no cenário de startups brasileiras.
Pesquisa inédita da Endeavor revela mudança de mentalidade no ecossistema, com nova geração de startups brasileiras competindo globalmente desde estágios iniciais.
Com ecossistema projetado em 25 mil empresas e juros no maior patamar em duas décadas, investidores apostam em inteligência artificial de nicho para agronegócio, saúde e logística.
Fundo Capital Semente, criado por BNB, Finep e Sebrae, pode injetar até R$6 milhões por negócio e mira empresas com receita anual de até R$4,8 milhões
Nvidia anuncia chip dedicado para PCs que roda inteligência artificial localmente, prometendo mais segurança e eficiência para empresas; entenda o impacto para o ecossistema de inovação brasileiro









