Alexandre Fugita em 30 de dezembro de 2008
Acabei de ler um texto no Chigago Sun-Times dizendo que mais e mais empresas estão adotando a computação na nuvem. E em 2009 essa será um mercado extremamente forte.
Essa história de portar aplicações para a web já vem de longa data e realmente o mercado corporativo está acordando para a prática. Ou seja, toda uma leva de aplicativos e novos negócios podem ser gerados para atender a essa demanda.
O interessante é que com a entrada do mercado corporativo comprando esse tipo de solução na nuvem, modelos de SaaS podem ser aplicados e startups que muitas vezes se basearam em propaganda como fonte de receita, podem começar a cobrar por alguns de seus serviços no estilo freemium. Empresas certamente comprarão se o serviço lhe for necessário.
Antes “cloud computing” era apenas uma buzz-word. Agora parece que virou negócio sério. E aplicativos como o Aprex e outros que devem surgir em 2009 terão uma grande oportunidade de crescimento.
Tags: computação, corporativo, mercado, nuvem
Alexandre Fugita em 30 de dezembro de 2008
Fazer previsões sobre a economia ou como será o mercado no futuro é uma ciência não exata. Por isso mesmo trata-se de futurologia dizer que a crise passará em 2009 e que tudo voltará a ser como antes da crise que passamos hoje.
No mercado de tecnologia há alguns fatores históricos que me fazem acreditar que mesmo com a crise 2009 será um bom ano. Algumas das grandes empresas que vemos hoje surgiram em tempos difÃceis. Exemplos: Google, Microsoft e Apple. Alguns incluem Facebook e Digg na lista. São empresas que aproveitaram tempos difÃceis e com menos competição para ganhar um lugar ao Sol.
O que acontece é que a tecnologia continua seguindo a lei de Moore e tudo muda de um ano para outro. E quando você menos espera, tudo está diferente e aquela grande idéia já não vale mais nada.
Claro, sou suspeito em querer que o mercado seja bom/ ótimo em 2009. Quanto melhor ele for, melhor para este blog. Óbvio que isso também é ótimo para o mercado. Acredito que o mercado continuará oferecendo oportunidades.
Quem começa uma startup geralmente procura desafios. Quer desafio maior do que vencer em um ambiente adverso?
Tags: 2009, desafio, economia, startup
Alexandre Fugita em 29 de dezembro de 2008
Estava lendo uma matéria do mês passado no site da revista Exame sobre a Andrade Gutierrez, uma das maiores empresas do Brasil. O grupo é gigantesco mas tem algo de muito interessante acontecendo dentro dele desde o surgimento.
Há um núcleo para desenvolvimento de novos empreendimentos internamente que, ao contrário do que acontece na maioria das grandes empresas, toma os riscos, leva tombos e quando acerta cria novos negócios interessantes.
Por ter dentro do seu grupo um operadora de telecomunicações, uma de suas idéias incubadas que deu certo é a Veotex , que faz monitoramento remoto via rede celular.
Outros grandes grupos empresariais brasileiros também mantém áreas especializadas em startups. É o caso da Votorantim Novos Negócios, braço do grupo Votorantim que investe em empresas iniciantes e inovadoras.
Nenhum dos dois é especÃfico para tecnologia mas mostra a preocupação das grandes em novidades para investir com risco maior. Quanto mais iniciativas destas surgirem no Brasil, melhor para o mercado como um todo.
Tags: gigante, iniciante, startup, veotex
Alexandre Fugita em 26 de dezembro de 2008
O Marco Gomes escreveu um ótimo artigo no Webinsider sobre a necessidade de um business plan em uma startup. Já descrevemos a história dele aqui no Startupi e creio que suas sábias palavras são importantes.
Já que o texto dele vale a leitura, não vou enrolar muito aqui e só vou deixar um pequeno trecho para você ficar com vontade!
Você faz um BP para convencer quem precisa ser convencido: investidores, parceiros, sócios, você mesmo, sua mãe (que não vai deixar você largar a faculdade de jeito nenhum). (Marco Gomes, Webinsider)
Leia o texto no Webinsider: Sua startup precisa de um business plan?
Tags: business plan, startup
Alexandre Fugita em 23 de dezembro de 2008
Outro dia escrevi sobre o Livro Livre que tenta tirar os livros da estante e compartilhá-los com qualquer pessoa. Agora vou falar de outra iniciativa interessante que, além de permitir que qualquer um leia um livro na internet, é uma ferramenta para criar livros escritos a várias mãos.
O Bookess está no ar desde o dia 23 de Abril de 2008, data em que se comemora o Dia Mundial do Livro. Cada livro tem uma página e indicação de progresso de escrita. Por exemplo, a obra “Maria Falsa ” está no quarto capÃtulo e as discussões nos dão a entender que cada capÃtulo foi escrito por uma pessoa e que novos estão para entrar no ar.
Quando você contribui com um capÃtulo ou página que decide se entra no livro é o editor. Não é como os wikis no qual todo conteúdo é pré-aprovado. Aqui existe a figura do editor do livro e seus colaboradores.
O único porém é que não há como ler um livro no formato mobile. De modo geral é um serviço interessante que coloca a colaboração da multidão junto com a distribuição da internet a favor de autores que queiram escrever um livro.
Tags: bookess, colaboração, livro
Alexandre Fugita em 22 de dezembro de 2008
Aproveitando que falei dos digg-like brasileiros, fiz uma pesquisa de microblogs nacionais. Encontrei dois com o estilo do Twitter além de mais um que usa o Orkut e o Open Social como base. Claro, sem falar do já analisado aqui Gengibre, que é um microblog de voz.
Ainda não temos uma unanimidade nacional em termos de microblog. O motivo provável é que a ferramenta tem sido usada principalmente pelos chamados “early-adopters“. O Twitter, por sua vez, tem ao redor de 15 mil usuários segundo o Cris Dias declarou durante o Intercon. É um número aproximado. E é baixo se comparado à maior rede social brasileira, o Orkut.
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Tags: diário celular, fazkut, gozub, microblog
Alexandre Fugita em 22 de dezembro de 2008
Nos EUA o Digg é muito acessado e roteia acessos a diversos sites e blogs com perfis muito variados. O Digg nada mais é do que um serviço no qual links de notÃcias são votados pela multidão e os mais destacados vão para a página principal.
Fui pesquisar sobre os Digg-like brasileiros e encontrei uma situação muito parecida com a de dois anos atrás. Sou um “heavy-user” de internet e uso os mais diversos filtros - incluindo o Digg - para chegar ao conteúdo mais interessante. Mas me desinteressei pelos Digg-like brasileiros no começo de 2007. De lá para cá aparentemente pouca coisa mudou.
Encontrei dificuldades de localizar novos Digg-like e fiquei com os mesmo de sempre, os já conhecidos Rec6 e Linkk. Se a quantidade de votos na home de cada um deles é o sinal de como anda o serviço, o Linkk parece levar vantagem hoje em dia, situação inversa da de dois anos atrás. Não posso considerar o Uêba e o Yahoo Posts como Digg-like pois são serviços no qual a escolha dos itens é feito por editores e não pela multidão.
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Tags: digg, digg-like, linkk, posts, rec6, ueba, yahoo