Autor: Convidado Especial

Espaço dedicado a artigos assinados por convidados Startupi. Aqui, especialistas em tecnologia, inovação e empreendedorismo compartilham suas expertises e levantam discussões relevantes para seus setores. As opiniões expressas pelos autores não representam, necessariamente, a opinião do Startupi.

* Por Francieli Pinzon Raramente alguém no conselho ou na diretoria consegue responder com precisão de onde vieram os dados que alimentaram aquela recomendação, nem quem é, de fato, responsável por ela. A raiz do problema está na ausência de mecanismos de governança compatíveis com o ritmo de adoção. Neste caso, existe uma boa e uma má notícia. A boa notícia é que há solução estruturada. A má notícia é que a maioria das empresas ainda trata a governança de dados e de IA como um projeto de Tecnologia da Informação (TI), quando, em essência, ela é uma decisão de…

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* Por Alex Anton Crescer no mercado de tecnologia significou, ao longo dos últimos anos, escalar um único produto, ampliar a carteira de clientes e ganhar eficiência operacional. Esse modelo, no entanto, deixou de ser suficiente. Em um ambiente cada vez mais competitivo, com consumidores exigentes e ciclos de inovação curtos, crescer passou a exigir mais do que volume, demanda profundidade. Nesse contexto, a verticalização ganha força como uma das teses mais saudáveis e consistentes de crescimento para empresas do setor. Ao alterar a lógica tradicional de expansão, as companhias deixam de depender exclusivamente de um único mercado ou indústria…

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* Por Rafael Caribé Quando se fala em Reforma Tributária, a maioria das pessoas pensam em simplificação de impostos. Menos guias, menos confusão, menos burocracia. Mas existe um efeito pouco discutido que pode impactar diretamente pequenas e médias empresas e startups: o valor que essas empresas passam a ter no mercado. O valuation nada mais é do que o valor de uma empresa aos olhos dos investidores, e isso não depende só de faturamento, pois está diretamente ligado à margem de lucro, à geração de caixa e à previsibilidade financeira. No Brasil, esses três fatores sempre tiveram forte influência do…

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* Por Caroline Steinhorst Em 2026, a pergunta que mais escuto de grandes decisores da indústria — de marcas a grupos culturais — não é mais “qual trend vamos surfar?”. É outra, muito mais estrutural: como ganhar relevância de verdade? Como uma marca se torna um ícone cultural? E, principalmente, como essa relevância deixa de ser discurso e passa a aparecer na última linha do balanço? A maioria já investe em festivais, creators, exposições, collabs. O calendário está cheio. Os patrocínios também. Ainda assim, os resultados raramente acompanham o volume de ativações. Talvez o problema não seja a verba, e…

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* Por Daniel Paschino Quando se fala em fraudes e multas fiscais no Brasil, o debate costuma se concentrar em grandes casos de corrupção ou em práticas deliberadamente ilícitas. No entanto, uma parte significativa das perdas financeiras enfrentadas pelas empresas brasileiras ocorre longe dos holofotes. É um custo invisível, formado por erros operacionais, falhas de processo e baixa visibilidade sobre o ciclo de pagamentos: problemas que se acumulam silenciosamente no dia a dia do backoffice. O ambiente tributário brasileiro é reconhecidamente complexo e passa, agora, por uma das maiores transformações de sua história recente com a Reforma Tributária do Consumo.…

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* Por Pedro Assis Se você procurar tendências barulhentas no mercado, CMO as a Service pode não aparecer como protagonista. Não rende tantas discussões quanto à inteligência artificial e, muitas vezes, nem é chamado por esse nome. Ainda assim, o modelo está mais presente do que parece. E funciona. A sensação de que não é popular costuma nascer de um equívoco simples porque liderança fracionada de marketing é tema de bastidor. Ela aparece quando a empresa decide organizar o crescimento, da governança a uma operação dispersa e transformar marketing em rotina de decisão, não em uma sequência de entregas. Isso…

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* Por Clayton Ricardo O mercado financeiro está entrando em uma fase de transformação estrutural que vai muito além da digitalização. Em 2026, automação total de pagamentos, finanças embutidas e inteligência artificial aplicada às decisões financeiras deixam de ser tendências para se consolidarem como infraestrutura básica dos negócios. Segundo o estudo “The Future of Fintech: Trends for 2026”, da Numafi, a experiência financeira caminha para um modelo tão fluido que o próprio ato de pagar tende a se tornar quase invisível. Esse movimento redefine o papel das fintechs. Se antes elas competiam por produtos e funcionalidades, agora passam a disputar…

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* Por Filippo Di Cesare A inovação nunca foi linear, mas o momento atual é, de fato, singular. Pela primeira vez, a inteligência artificial deixa de ocupar um papel periférico e passa a avançar para o centro das decisões corporativas, tornando-se parte ativa da operação. O debate, portanto, já não é mais sobre se a IA será adotada, mas sobre como ela será sustentada no longo prazo. Muitas vezes, a IA é injetada sobre estruturas que nunca foram pensadas para a integração, e o custo dessa desconexão é alto. O desafio real não está no algoritmo em si, mas na…

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* Por Guilherme Cavalcanti Nos últimos anos, o Brasil consolidou-se como um dos ecossistemas mais dinâmicos de startups no mundo, ultrapassando a marca de 18 mil empresas ativas em diferentes setores, segundo dados do SEBRAE Startups. Essa expansão revela o potencial do empreendedorismo nacional e expõe o desafio de transformar projetos inovadores em negócios escaláveis e sustentáveis diante de um cenário de forte competitividade e rápidas mudanças.  Desde o início, startups são desafiadas a lidar com dados em escala, IA e aplicações digitais que exigem agilidade e eficiência. Por isso, a base tecnológica escolhida torna-se tão estratégica quanto o próprio modelo de negócio, assegurando escalabilidade, adaptação rápida às transformações do mercado e sustentação de operações intensas. Empresas digitais precisam nascer com infraestrutura sólida e eficiente. De acordo com o relatório State of AI 2025, da…

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* Por André Veneziani A agenda regulatória brasileira entrou em uma nova fase. O avanço recente de normas voltadas à sustentabilidade, transparência e governança deixou claro que a gestão de riscos deixou de ser um tema meramente defensivo para se tornar uma prioridade estratégica para empresas e instituições financeiras. A aprovação da versão final da Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB), em setembro, é um dos marcos mais relevantes desse movimento. Ao estabelecer critérios técnicos para identificar atividades econômicas sustentáveis, o Brasil eleva o nível de rigor na classificação de investimentos, no reporte de informações e na governança das cadeias de valor.…

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