Uma boa notícia da entidade que mais ajudou na prática empreendedores de todas as áreas a se estabelecerem no Brasil (desde 1972 e presente em todos estados). Bem, quase todas as áreas, porque #nuncaantesnahistoriadestepaís houve tanta demanda de negócios online, virtuais, tecnológicos. Sem contar que startup, por definição, significa um experimento, algo extremamente incerto.

Se por um lado, nos outros tipos de negócios, o Sebrae contribui apontando caminhos estabelecidos para que as MPEs não morram antes dos dois anos de vida, vamos ajudá-los a nos ajudar, deixando entender que provavelmente eles precisarão bolar para startups um atendimento que seja mito mais parecido com um brainstorming, um laboratório, um empoderamento sem respostas prontas e “coisas certas a fazer”, mas cheio de alternativas e mudanças de rota.

Como ajudar? Começando pelo começo, eles querem ouvir as startups. Ótimo, que bom se todos fizessem isso! 

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) quer conhecer melhor o universo dos empreendedores e potenciais empreendedores dos negócios digitais. Respondendo a um breve questionário, você ajudará o o Sebrae a desenvolver novos produtos e serviços que auxiliarão o empreendedor digital em suas necessidades específicas.

“O SEBRAE está buscando insumos para desenvolver produtos e serviços nas áreas de empreendedorismo digital, startups e economia criativa. Nesta frente, elaboramos esta pequena pesquisa para conhecer melhor este universo de empreendedores. A contribuição do pessoal irá nos ajudar a entender este perfil de público e, assim, a desenvolver melhores soluções para atendimento”, explica Lucas Paranhos Quintella, um dos responsáveis por este esforço nacional lá na Unidade de Atendimento Individual, em Brasília.

Acesse a pesquisa sobre empreendedorismo digital, startups e economia criativa.

Se você ainda não conhece direito, leia como o SEBRAE trabalha.