quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Câmeras de celulares do Google vão poder medir respiração e batimentos cardíacos

Os dispositivos móveis se tornaram ferramentas diárias essenciais para pessoas em todo o mundo - desde ficar conectado até tirar fotos e acessar informações. Graças aos sensores que já estão integrados aos smartphones - como microfone, câmera e acelerômetro - esses dispositivos também podem ser úteis para a saúde e o bem-estar diários.

Os dispositivos móveis se tornaram ferramentas diárias essenciais para pessoas em todo o mundo – desde ficar conectado até tirar fotos e acessar informações. Graças aos sensores que já estão integrados aos smartphones – como microfone, câmera e acelerômetro – esses dispositivos também podem ser úteis para a saúde e o bem-estar diários.

A frequência cardíaca e respiratória são dois sinais vitais comumente usados ​​para avaliar a saúde e bem-estar. Sendo assim, a partir de março, o Google Fit permitirá que o usuário meça sua frequência cardíaca e respiratória usando apenas a câmera do seu telefone. Esses recursos estarão disponíveis no aplicativo Google Fit para telefones Pixel, com planos de expansão para mais dispositivos Android.

Câmeras de celulares do Google vão poder medir respiração e batimentos cardíacos

Para medir a frequência respiratória, será preciso apenas colocar a cabeça e a parte superior do tronco à vista da câmera frontal do telefone e respirar normalmente. Para medir a freqüência cardíaca, basta colocar o dedo na lente da câmera traseira.

“Embora essas medições não sejam destinadas a diagnósticos médicos ou para avaliar condições médicas, esperamos que possam ser úteis para quem usa o aplicativo Google Fit para monitorar e melhorar o bem-estar no dia a dia. Assim que as medições forem feitas, você pode optar por salvá-las no aplicativo para monitorar tendências ao longo do tempo, junto com outras informações de saúde e bem-estar”, disse Shwetak Patel, Diretor de tecnologias de saúde do Google Health.

Desenvolvido para trabalhar para mais pessoas em condições do mundo real

Graças a sensores cada vez mais poderosos e avanços na visão computacional, esses recursos permitem que o usuário use a câmera do seu smartphone para rastrear minúsculos sinais físicos no nível de pixel – como movimentos do tórax para medir sua frequência respiratória e mudanças sutis na cor de seus dedos para sua frequência cardíaca.

“Desenvolvemos ambos os recursos – e concluímos os estudos clínicos iniciais para validá-los – para que funcionem em uma variedade de condições do mundo real e para o maior número possível de pessoas. Por exemplo, como nosso algoritmo de frequência cardíaca depende da aproximação do fluxo sanguíneo a partir das mudanças de cor na ponta do dedo de alguém, ele deve levar em conta fatores como iluminação, tom de pele, idade e muito mais para funcionar para todos”, continua Patel.

A equipe de pesquisadores, engenheiros e médicos da empresa segue explorando como os dispositivos do dia-a-dia e sensores baratos podem fornecer às pessoas as informações e os insights de que precisam para assumir o controle de sua saúde. 

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