sábado, 19 de setembro de 2026

A Nova Classe Média: O Lado Brilhante dos Pobres

Se você quiser saber como anda a nova classe média brasileira, seus bolsos, bens e aspirações, assista nesta sexta-feira 10 de setembro, às 10h30, aqui neste post, a coletiva de lançamento da nova pesquisa coordenada por Marcelo Neri, do Centro de Políticas Sociais (CPS/FGV).

Atualizando: confira aqui ví­deos gravados na coletiva de hoje cedo, slides e outros arquivos relacionados à pesquisa.

Tudo a ver para quem está planejando soluções e negócios alinhados a uma demanda de necessidade por parte de um grande público que precisa tomar decisões inteligentes de consumo. Me lembra também da linha desenvolvida pelos negócios sociais.

 

A Nova Classe Média: O Lado Brilhante dos Pobres
Clique na imagem para acessar ainda estes documentos

Após a coletiva, acesse este site para ver textos, slides e vídeos da pesquisa, disponibilizará amplo banco de dados interativo para generalizar resultados e responder as suas perguntas de interesse.

Texto de divulgação:

“A cada PNAD a sociedade brasileira debate suas conquistas, percalços e desafios. Talvez a melhor novidade da nova PNAD seja que, apesar da crise internacional, não há novidade no bolso dos brasileiros: segundo nossos cálculos sobre os microdados, a renda média por brasileiro cresceu 2,04% no ano da crise apesar do repique do desemprego e da queda da taxa de ocupação. Pois há outros fatores possivelmente indo na direção contrária como formalidade, jornada de trabalho, salários, benefícios previdenciários e de programas sociais, tamanhos e tipos de famí­lias entre outras mudanças demográficas, trabalhistas. Precisamos saber as causas da mudanças do bolso (e dos ativos) dos brasileiros.

Além da pergunta “por que mudou?” precisamos saber quando mudou. Leia-se antes, durante e depois da crise internacional, ultrapassando a data da última PNAD para com dados factuais até julho de 2010 e projeções para o futuro. Num país grande, diverso e desigual como o Brasil a evolução da média esconde tanto quanto revela. ɉ preciso também saber onde mudou? (região, estados, tipo de habitação etc), quem mudou? (mulheres, idosos, pretos etc) e em que estrato econômico essas pessoas estavam antes e estão agora.

A presente pesquisa analisa a evolução das classes econômicas brasileiras (A, B, D, E e C que batizamos em pesquisa anterior de nova classe média brasileira, retratadas num ní­vel maior de desagregação (C1, C2, D1 etc). Estas classes são definidas por suas rendas (trabalho, aposentadoria, programas sociais etc), seus bens de consumo (carro, duráveis, moradia etc), uso e acesso a ativos de produção (educação, internet, carteira de trabalho etc). Estes atributos permitem analisar o grau de sustentabilidade das transformações em curso (isto é, até que ponto mudou mesmo?)”.

Compartilhe essa notícia