Entre 8 e 12 de setembro, acontece em San Francisco, na Califórnia, um dos eventos mais badalados do meio startup. Promovido pelo site Techcrunch, o Disrupt desta vez quer estimular a participação de startups brasileiras por meio de condições facilitadas para demonstração de seus produtos. Podem participar nesta modalidade startups com até 2 anos de atuação e menos de US$ 2 milhões recebidos em investimento.

O padrinho da ideia foi o israelense Roi Carthy, que entre outras atividades (inclusive colunista do Techcrunch para Israel é também empreendedor e investidor da Initial Capital, que atua no Brasil em conjunto com Daniel Cunha. A iniciativa, chamada de Brazilian Pavilion, acontece dentro do Startup Alley e é uma versão do Israel Pavilion, que já aconteceu em San Francisco e em Nova York.

O Disrupt é uma das vitrines mais cobiçadas para lançamento de produtos, e isso significa que quem quiser demonstrar seu produto ou subir no palco para competir, tem que pagar uma bela taxa. Pelas vias normais, para participar do Alley, cada pessoa paga US$ 997,50, e duas pessoas pagariam US$ 1.995 para ter direito a uma mesinha e comunicação visual (tipo banners) para demonstrar sua startup e concorrer ao voto do público como “favorito do dia” e poder concorrer no palco da competição Battlefield. O que o Pavilion oferece é o valor de US$ 1.000 para duas pessoas, portanto metade do preço – mas não dá direito a ser votado como “favorito do dia”.

Startups brasileiras interessadas em participar do Brazilian Pavilion no Disrupt devem se inscrever aqui.

O empreendedor brasileiro Edson Mackeenzy, co-fundador do Videolog, está “agitando um grupo para tentar um incentivo.  Não sei se consigo mas não me custa tentar, a viagem toda deve custar o equivalente a uns R$ 5.000 mas, se eu conseguir montar um grupo forte, pode sair até por R$ 2.500,00. Quem anima de ir?”. Interessados em formar um grupo e facilitar não apenas o ingresso, mas também a viagem, devem contatar Edson neste formulário.