Autor: Convidado Especial

Espaço dedicado a artigos assinados por convidados Startupi. Aqui, especialistas em tecnologia, inovação e empreendedorismo compartilham suas expertises e levantam discussões relevantes para seus setores. As opiniões expressas pelos autores não representam, necessariamente, a opinião do Startupi.

*Por Janduí Jorge Recentemente, o ASU+GSV Summit, realizado em San Diego, Califórnia — um dos principais eventos globais sobre o futuro da educação e tecnologia — reforçou uma mensagem clara: a inteligência artificial já está transformando as relações sociais, especialmente no campo educacional. O Summit, promovido pela Arizona State University (ASU) e pela GSV, empresa de capital de risco focada em soluções tecnológicas para a educação, confirmou na prática o que a Deloitte já havia antecipado em 2023. Naquele ano, a consultoria global publicou o relatório “Generation AI: Ready or Not, Here We Come!” (Geração IA: Preparados ou não, aí…

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*Por Arthur Guttilla O Brazil at Silicon Valley (BSV) voltou a reunir o seleto grupo de convidados que lideram o empreendedorismo brasileiro, consolidando-se como muito mais que uma simples conferência. O evento representa uma verdadeira imersão cultural projetada para desafiar os modelos mentais dos brasileiros e provocar um produtivo “curto-circuito” na forma como concebemos a inovação tecnológica em nosso país. A cada edição, investidores, empreendedores e executivos brasileiros desembarcam na Califórnia com um objetivo claro: entender como unir a adaptabilidade e resiliência brasileira com a obsessão americana pela disrupção sistemática. São dias de intensas reflexões sobre como construímos negócios e…

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*Por João Fraga Primeiro, precisamos esclarecer que o Drex não veio para substituir o Pix. Pelo contrário, o Drex é uma moeda digital que faz parte da família deste. Conforme a leitura dos marketeiros do Banco Central, o “x” sinaliza um futuro que está associado à tecnologia, cujo acrônimo significa Digital Real Eletronic X. Este não é um meio de pagamento. E, sim, uma plataforma por meio da qual se realizam operações em grande escala como a aquisição de automóveis e a compra e venda de imóveis. Ele é o real em sua forma digitalizada. Por este meio, mantém-se toda…

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*Por Felipe Ost Scherer Na semana passada, um grupo de empreendedores, investidores e executivos se reuniu no Google, em Sunnyvale, na Califórnia, para a sétima edição da Brazil at Silicon Valley, evento exclusivo para convidados organizado por alunos brasileiros de Stanford e Berkeley. O objetivo era conectar os participantes com o principal ecossistema de inovação do mundo. Apesar do contexto macroeconômico incerto com a guerra tarifária, juros elevados e das dificuldades dos empreendedores em captarem novas rodadas de capital de risco, nada disso foi pauta principal. O foco foi um só: inteligência artificial. Mas havia algo diferente no ar. Não…

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*Por Erica Fridman Embora faça parte do universo financeiro, trabalhar em Venture Capital não significa passar o dia inteiro mergulhada em planilhas. A rotina de um profissional da área envolve, sim, análises financeiras, mas também exige muito networking, entendimento de tendências e novos mercados. No Brasil, a presença feminina no setor ainda é baixa. Segundo dados do Distrito, no Female Founders Report 2021, 74% dos fundos de Venture Capital não têm mulheres como fundadoras ou dentro do board e apenas 3% desses fundos são fundados diretamente por mulheres. A importância de aumentar essa representatividade vai além da diversidade por si só: ela…

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*Por Renan Georges O ecossistema de startups tem vivido uma inversão de prioridades. O brilho do pitch, a retórica afiada e as rodadas milionárias de investimento se tornaram o centro das atenções, enquanto o desenvolvimento de soluções reais parece ter ficado em segundo plano. O pitch se tornou um fim em si mesmo, enquanto o produto, muitas vezes, ainda é uma promessa distante. O foco, que deveria estar na construção de um produto sólido e na resolução de problemas concretos, foi muitas vezes substituído pela busca por investidores e pela validação do mercado financeiro, criando uma ilusão de crescimento. A…

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*Por Gabriela Aguiar O Global Summit da Hello Tomorrow reuniu alguns dos principais agentes do ecossistema de inovação para discutir o futuro das deep techs, startups baseadas em pesquisa científica e tecnológica, responsáveis por avanços disruptivos em setores estratégicos como biotecnologia, novos materiais, energia e inteligência artificial. Em um cenário de desafios ambientais, sociais e industriais, essas inovações não são apenas desejáveis, mas essenciais para garantir competitividade e sustentabilidade. A presença da Plug and Play Brazil no evento reflete nosso posicionamento na vanguarda do que acontece no setor de deep techs. Ao integrar a delegação brasileira, organizada pela Wylinka e…

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* Por Henrique Galvani Em um cenário de juros elevados, como o que estamos vivendo atualmente, os impactos para as empresas são complexos e afetam diversos setores de maneiras distintas. Isso porque a Selic, taxa básica de juros da economia brasileira, um dos principais instrumentos usados pelo Banco Central para controlar a inflação e incentivar ou restringir o crédito no país, está atualmente em 14,25% ao ano, o maior patamar desde 2016. Apesar dessa ser uma medida comum para tentar controlar a inflação, ela pode ser vista como uma vilã para boa parte dos investidores, que encontram nas taxas de…

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*Por Pedro Spinelli Quando pensamos em e-commerce muitas vezes a conversa gira em torno dos últimos anos, com um foco maior até mesmo no período de isolamento obrigatório. Mas e se eu te contar que o segmento tem pouco mais de três décadas e segue em uma escala de ascensão no mercado brasileiro? Para muitos, o e-commerce ganhou seu verdadeiro destaque mundial no cenário pós pandêmico por sua eficiência e otimização de processos para seus consumidores e por sua crescente sofisticação estratégica. Para se ter uma ideia, de acordo com Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), só no último ano,…

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*Por Julianna Rojas As indústrias de Utilities, responsáveis por fornecer serviços públicos essenciais como energia, gás, água, saneamento básico, telecomunicações, transporte público, sistemas de envios e entregas e coleta de lixo, estão no epicentro de uma revolução tecnológica que promete transformar a forma como esses serviços são prestados no Brasil. A integração das redes de Tecnologia da Operação (TO) com Tecnologia da Informação (TI) é um tema central nesse contexto, impulsionado pela necessidade de maior controle, otimização de custos e eficiência operacional. A interconexão entre TO e TI permite uma gestão mais inteligente dos ativos, otimizando processos operacionais e promovendo…

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