A Aceleradora Ventiur e a + A Educação fecharam uma parceria para selecionar, investir e impulsionar startups do meio educacional. O objetivo é identificar e oferecer suporte para soluções tecnológicas que possam enriquecer a jornada dos alunos na aprendizagem.

Para o programa, são buscadas edtechs que tragam inovação por meio da tecnologia para os sistemas de ensino, desde que tenham modelos de negócio já validados e cujas ferramentas tenham alinhamento ao portfólio da +A Educação. A proposta é ajudar os empreendedores a avançarem em sua gestão, ampliarem a base de clientes e aprimorarem seus serviços. A seleção das startups iniciará ainda no mês de maio.

A +A Educação tem projetos que vão desde o ensino superior até relações trabalhistas e qualificações, nessa medida, ela traz tecnologia para aumentar a qualidade do ensino ao mesmo que cresce a interação entre os alunos. Em mais de 50 anos de história, a edtech já teve mais de 5 milhões de alunos que passaram pela instituição e realizou parcerias com mais de mil instituições de ensino.

A parceria prevê que a Ventiur faça a pré-seleção das startups e as inclua em seu processo de aceleração. Já a +A Educação será responsável pelos aportes e escolherá, dentre as selecionadas, quais serão contempladas no programa. A iniciativa traz oportunidade para que edtechs de todo país recebam investimento e sejam incluídas no processo de aceleração da Ventiur, preparando-se para um salto em suas trajetórias”, explica Leonardo Mezzomo, head de Inovação e Corporate Venture na Ventiur.

De acordo com Celso Kiperman, CEO da +A Educação, a empresa está atenta ao mercado de startups e tem investido neste segmento. Desde 2019, a +A investiu R$ 120 milhões na construção de sua própria plataforma de conteúdo e em tecnologias educacionais, sendo que metade desse valor foi destinado para aquisições de seis startups. “O aporte permitiu que a +A Educação criasse a Inovatech, área que conta com mais de 100 desenvolvedores especialistas em tecnologias educacionais e que já produziu mais de 250 mil objetos de aprendizagem”, afirma Kiperman.