Fintech brasileira focada em open banking recebe aporte de US$ 13 milhões

A Stark Bank, fintech B2B líder em open banking no Brasil, acaba de levantar US$ 13 milhões (cerca de R$ 74 milhões) numa rodada que vai financiar a expansão de produtos financeiros ofertados pela empresa e aumentar o time de pessoas excepcionais.

A rodada Série A foi liderada pelo solo-VC Lachy Groom e teve a participação da K5 Global, Iporanga Ventures e Norte Capital, além de fundadores do Coinbase, Dropbox, Flexport, Figma, Rappi, D.Local, Wildlife e Slack.

O capital será usado principalmente para investir na melhoria dos produtos atuais de PIX, Cash Management e Cartão Corporativo, bem como para o lançamento de novos produtos de Adquirência, Câmbio, CCB, emissão de cartões white-label e oferta de infraestrutura bancária.

A Stark Bank já dá lucro desde junho de 2021 e movimenta mais de R$ 1 bilhão ao mês. A intenção é triplicar a equipe para crescer o volume em 10x no próximo ano.

“Gostamos de trabalhar com times pequenos de pessoas excepcionais. Estamos felizes em ter montado um time incrível e estamos em busca de mais talentos para continuarmos crescendo na taxa dos últimos 12 meses de 33% ao mês”, afirma o fundador e CEO Rafael Stark.

Stark Bank

Rafael Stark – Stark Bank

A Stark Bank é o primeiro Challenger Bank para enterprises. Sua principal operação é o Cash Management, realizando o “contas a pagar e a receber” de grandes empresas como Buser, Quinto Andar, Loft, Colgate, D.local, Bitso, PetLove, Kovi e a Daki, o mais recente unicórnio do Brasil.

“Vamos mudar a forma como grandes empresas interagem com seu banco. O mercado financeiro parou na década de 90, enquanto que nos outros setores vemos um crescimento das empresas tech e de companhias tradicionais que entendem a necessidade de se tornar digital. Nos empolga o desafio de ajudar empreendedores e empresas a desafiarem o status quo e mudarem o Brasil através de tecnologia”, diz Rafael Stark.

No ano passado, a Stark Bank recebeu sua licença junto ao Banco Central, tendo desenvolvido toda sua infraestrutura bancária do zero. Essa construção da tecnologia foi um dos motivos que levou o solo-VC Lachy Groom a investir na empresa.

“Eu geralmente não invisto em Challenger Banks porque a maioria deles não detém a própria tecnologia. Se você não é dono da sua própria tecnologia, é impossível fazer melhorias gradativas na experiência do usuário, ter eficiência operacional e robustez do sistema. A Stark Bank criou sua tecnologia do zero e está juntando um time de estrelas para construir um produto pelo qual os clientes são absolutamente apaixonados”, afirma Lachy.

* Foto de destaque: Rafael Stark, fundador e CEO da Stark Bank.


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