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Para que a inovação aconteça em diferentes mercados, é preciso criar um ecossistema que conecta investidores, startups, universidades e demais atores envolvidos na criação de negócios baseados em tecnologia. Essa é a missão da FCJ Venture Builder, multinacional pioneira do segmento na América Latina.

A organização obteve crescimento acelerado em 2020 por conta da pandemia de covid-19 e da necessidade das empresas buscarem soluções inovadoras. A expectativa é chegar a um valuation (avaliação de valor de uma empresa) de R120 milhões em 2021 – há dois anos, esse indicador era de R$ 50 milhões.

Fundada em 2013 em Belo Horizonte (MG), a FCJ tem média de crescimento de 160ao longo dos sete anos de atuação. O grupo conta com mais de 1120 colaboradores em seu quadro e reúne 425 investidores, entre pessoas físicas e jurídicas, 150 empreendedores e mais de 90 startups de diferentes setores em seu portfólio.

O modelo de trabalho é inspirado na proposta de venture builder 4.0. Ou seja, uma estrutura de inovação aberta que seleciona startups já existentes (e independentemente do estágio em que se encontram) e se torna cofundadora delas para complementar suas necessidades – até mesmo para realizar novas rodadas de investimento.

Além disso, trabalha com o conceito de corporate venture builder, uma proposta que aproxima grandes empresas de soluções inovadoras criadas por startups. Dessa forma, o cliente pode assimilar novos processos, métodos, produtos, serviços e até mesmo a aquisição da companhia.

“Somos a única empresa a oferecer um modelo de corporate venture builder para as grandes empresas brasileiras e nossa trajetória de oito anos no mercado nacional ajuda a melhorar a confiança em nossa capacidade”, explica Cris Madureira, diretora de expansão internacional da FCJ.

Grupo expande atuação para exterior 

O bom desempenho no país fez a FCJ Venture Builder ampliar sua atuação em outros mercados. A organização iniciou o processo de internacionalização da marca nos últimos anos e, atualmente, conta com 25 venture builders ao redor do planeta, estando incorporada nos Estados Unidos e em Portugal, por exemplo.

Para impulsionar, o grupo fez uma captação Série A para consolidar a marca no exterior – no total, já levantou mais de R$ 32 milhões para fins diversos. O aporte foi de uma family office no Japão no valor de R$ 6,5 milhões, suficiente para ganhar a base necessária com o objetivo de suportar o crescimento nos próximos anos.

“A pandemia mostrou que a principal alternativa para empreendedores é sair na frente em vez de correr atrás de seus concorrentes. Para isso, temos que conectar essa necessidade com empreendedores que realmente pensam em ferramentas inovadoras”, conclui Cris Madureira.