Segundo a Gallup Poll, empresa de pesquisa de opinião dos Estados Unidos, maus gestores causam um prejuízo anual estimado em mais de U$ 300 bilhões à economia global. A mesma pesquisa aponta que 70% dos gestores não estão preparados para seu trabalho hoje e 75% das pessoas deixam seu trabalho por relações ruins com seus gestores.

Em contrapartida, os bons líderes geram um aumento de mais de 325% na disposição das pessoas em inovar e aumentam o índice de retenção de talentos de seus times em 128% e em 353% a produtividade. Mais do que isso, grandes líderes motivam pessoas a impactar a sociedade. Pensando nisso, Caio Sigaki criou a Weego, startup que deseja transformar chefes em grandes líderes por meio de tecnologia.

Com apenas seis meses de vida e mais de 520 gestores cadastrados na plataforma, a startup, que nasceu de uma ideia enquanto o three-time founder Caio trabalhava na Great Place To Work, acaba de anunciar a sua primeira captação, pré-seed, visando a estruturação do time e o foco na validação do produto.

A rodada de R$ 1 milhão foi liderada pelo Fundo Anjo, gerido pela DOMO Invest, e teve como investidores Rodrigo Dantas (CEO da Vindi), Paulo Silveira (CEO do Grupo Alura), Edgard Corona (Fundador da Smart Fit), Roberto Grosman (COO da Descomplica) e Rui Miadaira (CEO da Ahazou).

“Liderança é um grande gargalo em qualquer empresa, mas é também o que as eleva a patamares cada vez melhores. No entanto, o desafio de ser um líder começa no fato de que a maioria de nós não foi preparada para esse importante papel. O nosso modelo se baseia em 3 grandes pilares: Entender, aprender e praticar. Todo adulto precisa entender primeiro o porquê precisa se capacitar, sem isso dificilmente ele se engaja, é por isso que 80% das pessoas não finalizam um curso EAD. Depois ele começa a estudar os conteúdos e então levamos ele para a prática, que representa 70% do aprendizado. Dessa forma conseguimos ensinar o que fazer, como fazer, quando fazer para cada líder de forma personalizada e assim geramos mais impacto. Somos o personal trainer dos gestores”, explica Caio Sigaki, CEO da Weego.

Mario Letelier, gestor do Fundo Anjo e sócio na DOMO Invest, destaca o enorme potencial de mercado da startup e o impacto positivo que pretende oferecer. “Hoje, nós vemos que a liderança é um grande gargalo não só nas companhias, mas também na sociedade. Faltam líderes e sobram chefes. A Weego, com sua metodologia focada em diversidade, liderança e governança, e também por nascer amparada por uma empresa que sempre demonstrou preocupação com ambientes de trabalho saudáveis e gestores comprometidos, apresenta todas as competências para ajudar na construção de uma sociedade melhor”.

* Foto em destaque: Roosevelt Fernandes e Caio Sigaki, fundadores da Weego.


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