“Queria um lápis colorido que apaga”, quantas vezes você já disse ou ouviu essa frase? Pensando nessa demanda e com foco no público infantil, a Faber-Castell lançou o EcoLápis Graphicolor.

O primeiro lápis de escrever colorido que apaga foi desenvolvido principalmente para crianças em fase de alfabetização, já que as cores possuem função importante no aprendizado, contribuindo para a percepção dos estímulos, atenção e memorização por assimilação.

Patenteada e desenvolvida globalmente pela Faber-Castell, a tecnologia utilizada no grafite colorido possui uma formulação exclusiva. “A principal característica é a possibilidade do uso de cores em atividades que antes só podiam ser desenvolvidas em tons de cinza.  Dessa forma, o produto consegue unir a atratividade do lápis de cor à funcionalidade do lápis grafite”, destaca Marcelo Vecchi, gerente de comunicação externa da Faber-Castell.

lápis colorido que apaga

Ele também afirma que o lápis de cor que apaga é ideal para disciplinas e atividades diversas, como o aprendizado de letras, operações matemáticas, entre outras. Disponível nas cores azul, rosa, vermelho e verde, outras cores poderão ser desenvolvidas, mediante novas oportunidades e demandas do mercado.

“Desenvolvemos este produto com a participação de professores para contribuir ainda mais para o aprendizado, só que de forma criativa. É uma maneira de levar mais diversão e cor a um período em que eles ganham mais responsabilidades e enfrentam novos desafios. Queremos que o conhecimento seja algo prazeroso e que os pequenos se sintam mais engajados, sem receio de errar.”, afirma Eduardo Ruschel, Diretor de Marketing e Inovação da Faber-Castell.

Mesmo com o foco em crianças na fase de alfabetização, nada impede que os amantes de papelaria também se rendam ao produto. Os consumidores terão no lápis funções que antes eram desempenhadas por diferentes materiais, como destacar e marcar. “Ou seja, além de ser um item com apelo pedagógico, traz um lado lúdico e divertido que acaba abrangendo outros perfis de públicos”, finaliza Ruschel.