Esse mês Yvonne Cagle, a primeira astronauta negra da NASA desembarcou no Brasil. Ela participou do RD Summit, maior evento de Marketing e Vendas da América Latina.

Yvonne contou que, quando era criança, ficou impressionada com a chegada do homem à Lua em 1969. Ela tinha apenas 10 anos, mas esse encantamento fez com que ela sempre procurar as alturas, principalmente quando brincava de esconde esconde e subia nas árvore.

Hoje, aos 59 anos, Yvonne atua como pesquisadora clínica aeroespacial da Nasa, e tem como sua principal área de estudo o desempenho e a resiliência humana no espaço.

Segundo Yvonne, no espaço desenvolvem-se os mais variados estudos: pesquisam-se inovações tecnológicas, o efeito do corpo humano no espaço – e como isso pode auxiliar nas pesquisas relacionadas à recuperação física, já que o corpo se recupera mais rápido no espaço – e muitas outras coisas que podem tornar a nossa vida aqui embaixo mais fácil, melhorando nosso planeta. Claro, que para isso, quem está lá em cima também enfrenta muitos riscos físicos, e se coloca à prova. Então por que ao invés de humanos não enviamos robôs e usamos Inteligência Artificial? Ela responde, “porque apenas seres humanos sabem aprender a aprender, apenas seres humanos têm inspiração, apenas humanos têm o poder de se importar.”

Segundo Yvonne, a previsão é de que voltemos ao solo lunar em 2024 e à Marte, em menos de 20 anos.