*Por Exame.comUma empresa sueca de microchips tem sido procurada por companhias britânicas que desejam aprimorar seus sistemas de segurança e impedir que funcionários acessem áreas restritas. A solução é radical: querem implantar os pequenos dispositivos sob a pele das pessoas.
Como bem indica o Business Insider, o principal benefício do procedimento seria a conveniência, com o microchip servindo como crachá de identificação para conceder acesso a prédios e pagar por coisas no escritório, como alimentos ou impressões, além de restringir o acesso a áreas proibidas com mais eficiência.

Os implantes, semelhantes aos microchips normalmente usados ​​em animais de estimação, são inseridos na mão entre o polegar e o indicador. A Biohax, empresa que produz a tecnologia, afirma que o processo de implante leva apenas alguns segundos. Uma vez sob a pele, os microchips funcionam como os sistemas de pagamento sem contato–basta aproximar a mão de um scanner para ativá-lo.Embora a Biohax não tenha dado os nomes das empresas que têm entrado em contato para adotar a novidade, revelou ao Telegraph que uma delas é “um serviço financeiro com centenas de milhares de funcionários”.

Os implantes, semelhantes aos microchips normalmente usados ​​em animais de estimação, são inseridos na mão entre o polegar e o indicador. A Biohax, empresa que produz a tecnologia, afirma que o processo de implante leva apenas alguns segundos. Uma vez sob a pele, os microchips funcionam como os sistemas de pagamento sem contato–basta aproximar a mão de um scanner para ativá-lo.Embora a Biohax não tenha dado os nomes das empresas que têm entrado em contato para adotar a novidade, revelou ao Telegraph que uma delas é “um serviço financeiro com centenas de milhares de funcionários”.
Prática preocupa trabalhadores

Antes mesmo de serem implementados, os crachás modernos já geram reações negativas. “Sabemos que os trabalhadores estão preocupados com o fato de alguns empregadores estarem usando tecnologia para controlar e microgerenciar, diminuindo o direito de privacidade de seus funcionários”, disse Frances O’Grady, secretária geral da Federação de Sindicatos do Reino Unido, ao site alphr.com.

Jowan Österlund, o fundador da Biohax, busca tranquilizar o público quanto às intenções do novo método. “Se isso viesse de um governo, eu estaria tipo ‘Quer saber? Isso não vai acontecer’. Somos da iniciativa privada, estamos fazendo isso com a nossa comunidade, para a nossa comunidade”, afirmou Österlund.

A Biohax não informou a data em que pretende estrear a novidade. O uso de microchips sob a pele nem sempre têm fins puramente profissionais. Uma reportagem da Bloomberg, publicada em outubro, indica que os microchips da Supermicro teriam sido usados pela China para roubar segredos da companhia americana Apple. No entanto, as empresas negam o caso.

*Por Ariane Alves para Exame.com.