Mais uma vez, a Bett Educar está abrindo espaço na feira para receber startups com produtos e serviços para o mercado educacional. Para essas empresas, chamadas também de EdTechs, é uma grande oportunidade de encontrar centenas de potenciais clientes num mesmo lugar. Para os visitantes, ir a uma feira com diversas startups é ter a chance de conhecer quem mais inova na educação do país.

Segundo João Ventura, sócio-fundador da aceleradora Sling Capital, as startups promovem inovações capazes de revolucionar a educação por não terem medo de errar. “As startups arriscam bastante. Não vão atrás de várias informações para dar a resposta a um problema; usam muito o feeling. Elas erram mais – e têm menos medo de errar”, afirma. A Sling Capital está responsável por fazer a curadoria do espaço Bett Startups neste ano.

Fazer, testar, avaliar, conseguir aceitar os erros e corrigir os rumos de forma ágil é, portanto, o grande trunfo desse modelo empresarial. “Justamente porque se movimentam mais rápido, se adequam às necessidades dos estudantes, pessoas do século 21”, diz Ventura. Nas companhias tradicionais, todo movimento de mudança segue um caminho mais longo. “Numa empresa tradicional, o processo decisório para qualquer nova tecnologia ou novo tipo de serviço acontece de maneira mais lenta. Há várias cadeias que definem uma decisão”, explica.

O perfil das companhias também é bem diferente. Em geral, as EdTechs são empresas de pequeno porte, com um foco específico. Elas buscam aplicar tecnologias para solucionar algum problema e contam muito com a experiência pessoal para isso. “O CEO de uma startup está tentando resolver um problema que vivenciou na prática. Muita vezes são pessoas mais novas – não é regra, mas é comum. Então, são ex-estudantes que acabaram de sair de faculdades, até mesmo colégios, em que eles vivenciaram um problema e querem resolvê-lo”, relata Ventura.

Segundo Vera Cabral, curadora de conteúdos da Bett Educar, o fenômeno brasileiro segue uma tendência mundial: EdTechs se proliferam por todo o globo. “Na Bett Show, em Londres, no espaço de startups havia empresas da Finlândia, Coreia do Sul, Israel, Dinamarca, Hungria, apresentando soluções inovadoras para problemas comuns a todos. Essa multiplicidade traz uma grande riqueza para a educação”, conta.

Dentro da Bett Educar a força das empresas tradicionais e a inovação das startups se unem em prol da qualidade da educação brasileira. Para saber mais sobre o espaço Bett Startups, clique aqui. Os interessados em expor também podem entrar em contato pelo email comercial@bettbrasileducar.com.br.