A Kick Ventures anunciou ao mercado nessa semana um pool de investimento de R$ 20 milhões focados em startups de construtech, com  a chegada do novo Head, Thomaz Neto, que passa a liderar esta frente na companhia. Thomaz possui mais de 10 anos dedicados a construção civil, incorporação e real state, trazendo agora esse expertise na composição da tese de investimento da Kick Ventures. O novo head foi condecorado em 2015 como o comendador mais jovem do Brasil pela Ordem JK, além de gerir uma holding familiar, a qual possui dezenas de imóveis comerciais e 7 milhões de metros quadrados em landbank de terrenos.

O foco dessa vertical será aportar recursos em startups que solucionem e tragam inovação e disrupção a este setor tradicional milenar. Não apenas buscando soluções isoladas de hardware e software, mas soluções híbridas sinérgicas que tragam métodos tecnológicos construtivos que aumentem a eficácia e eficiência das obras, objetivando inovação no conceito de moradia, qualidade de vida, segurança e Smart Cities.

“A minha chegada na Kick Ventures tem como objetivo revolucionarmos a fraca evolução que as startups construtechs enfrentam no Brasil. Não há opções estruturadas. Ou se associam a empresas concorrentes de maior porte ou viram fornecedores exclusivos de uma grande empresa. Isso não é suficiente, replicaremos os melhores modelos internacionais a essa relação. Composição real entre smart money e capital. Já recebíamos pela Kick, dezenas de decks de toda América Latina de construtechs. Agora com esse foco, sem dúvida nosso alcance aumentará. Nos aproximaremos de grandes grupos e parceiros, assim como fortalecer a relação com as Corporate Ventures existentes e family offices desse setor, que nos procuram constantemente”, posiciona Thomaz Neto, novo Head de Construtech da Kick Ventures.

“Nosso objetivo é fomentar investimentos e intensificar a melhor leitura do potencial de startups nesse setor. Já tínhamos Heads dedicados a Agritech, Healthtech e Fintech, agora a Construtech.
Estimamos aportes em até R$20 milhões apenas a esta vertical em 2018, onde vemos um grande espaço de oportunidades, além de coinvestimentos com fundos internacionais parceiros, buscando expandir e fortalecer esse portfólio, além de facilitar a internacionalização. O Thomaz terá uma função estratégica nesse sentido, na conexão dos investidores, empresas e startups. Inclusive, em direção as tendências de Smart Cities que já temos em nossa tese de investimento”, relata Rodrigo Quinalha, atual Head de estratégia da Kick Ventures.

Segundo Thomaz Neto, trabalharão sempre integradas e sinérgicas com as startups em outras frentes do grupo, especialmente Agritechs e Fintechs: “Já temos no pipeline construtechs que trazem soluções de otimização, desintermediação e digitalização, além de integrações e consolidações financeiras mais inteligentes. No final do dia, teremos startups que vão muito além do que apenas atender processos específicos da construção, mas sim associado a todo ciclo de experiência de consumidor. Essa disrupção que procuramos. Seja B2C ou B2B, procuramos empresas startups e equipes fantásticas.”