Desenvolver soluções inovadoras para o ecossistema de pagamentos e democratizar o acesso à estrutura financeira de qualidade. Esse foi o objetivo de João Miranda e Thiago Arnese, ex-diretores da Pagar.me ao criarem a Hash lab, empresa de tecnologia para meios de pagamentos.

Atualmente, existem muitas companhias com grandes redes que geram valor para comerciantes e estabelecimentos. No entanto, o mercado físico de pagamentos no Brasil demanda novas soluções, pois ainda há poucas opções de plataformas oferecidas por um pequeno grupo de empresas. É nesse contexto que a Hash lab foi fundada, para desenvolver tecnologias que monetizam a receita e transformam qualquer organização em um provedor de serviço de pagamento, sem burocracia.

“Nossa atuação sempre foi voltada à criação de soluções que possam revolucionar o mercado como um todo. O que nos motiva é o desafio depoder mudar para melhor todo um ecossistema”, explica Thiago Arnese, sócio e cofundador da Hash lab. “Nossa passagem na Pagar.me foi importante para aprendermos sobre negócios, e agora com uma empresa própria temos a oportunidade de assumir um desafio muito maior.”

A fintech atua majoritariamente no varejo físico, mercado que movimenta mais de R$ 1 trilhão por ano, sendo que apenas 3% desse montante é proveniente de provedores de serviços de pagamentos. Seu principal produto é a plataforma Hash Payment Plataform, focada em otimizar e integrar diversas ferramentas. A tecnologia permite que o parceiro seja um provedor de serviços de pagamento (PSP), gerando valor ao ponto de venda.

Aportes e parcerias

Com alto potencial de crescimento, a Hash lab recebeu aporte do fundo de venture capital Canary, um novo projeto criado e gerido por bem-sucedidos empreendedores brasileiros. “A Canary tem uma proposta inovadora no Brasil e acredita na nova geração de startups de tecnologia no país”, comenta João Miranda, cofundador da Hash lab. “Além do investimento também nos apresentaram para outros empreendedores e potenciais parceiros”.

Com o montante a ideia é trazer novos talentos para o time, que atualmente é liderado por Arnese e Miranda. “Uma equipe de profissionais excelentes, com o mesmo mindset, é essencial para que possamos evoluir exponencialmente”, explica João. Avançando de forma rápida, a Hash lab estima um faturamento processado de mais de R$ 50 milhões, até o final de 2017.