Com o avanço da tecnologia, cada vez mais jovens passam horas de seus dias em frente às telas de computador e videogames. Para os pais que gostariam de ver os filhos saírem da passividade e se tornarem mais criativos, escolas de robóticas surgem como opção. A Buddys, por exemplo, oferece diversos cursos voltados para jovens entre 7 e 16 anos.

Uma demonstração de como as crianças podem criar coisas inusitadas é o projeto criado pelo aluno Marcelo Mayrink, de 16 anos. Ele teve a ideia de criar um aplicativo para ajudar crianças carentes que estudam na rede pública de ensino. “Há muitos alunos da escola pública que têm ótimas notas e poderiam ter acesso ao ensino particular”, conta o criador. A ideia é conectar os jovens a padrinhos, que ajudariam a bancar um ano de mensalidade em uma escola privada.

Nas aulas ministradas, crianças e jovens passam a compreender como podem deixar de ser meros espectadores dos videogames e criarem seus próprios jogos e plataformas. “Fazemos aquilo que é complicado se tornar fácil e o que parece ser chato torna-se divertido. Mostramos que são capazes de criar tudo o que suas mentes imaginarem”, conta Marlon Wanderllich, CEO da rede.

A Buddys tornou-se a primeira escola de tecnologia a utilizar o modelo híbrido de ensino, o que possibilita que alunos da mesma idade vejam conteúdos diferentes em um mesmo espaço físico. “Esse modelo tende a ser o futuro das escolas. O aluno se desenvolve de forma individual. O legal é que se valoriza muito mais a interação entre professor e aluno“, completa Wanderllich. A escola oferece cursos regulares para crianças de 7 a 16 anos, divididos em cinco mundos: Lógica e Matemática, Games, Maker, App e web. Além disso, existem opções de cursos de curta duração e o ‘Pequenos Cientistas’, próprio para crianças entre 5 e 7 anos e realizado sob demanda.