PUBLIEDITORIAL

* Por José Peyon

As maiores empresas são as mais inovadoras do mercado. Não que empresas menores também não possam ser, é só vermos pela quantidade de Startups que surgiram no mercado nos últimos anos e como algumas delas cresceram, e de forma disruptiva tomaram o mercado de várias outras empresas que não pressentiram o que viria pelo futuro.

No artigo “What is Disruptive Innovation”, da HBR, mostra que empresas menores iniciam com um processo disruptivo e inovativo.

Temos no Brasil, de acordo com a ABStartups (Associação Brasileira de Startups), mais de 4 mil  Startups e mais de 52 mil empreendedores buscando novas formas inovativas de soluções de negócios.

Joseph Schumpeter dizia que o empreendedorismo é o agente da inovação e da destruição criativa e que era preciso destruir para construir.

“O legado inconfundível de Schumpeter é sua percepção de que a inovação, na forma da destruição criativa, é a força propulsora não só do capitalismo como do progresso material de maneira geral. Quase todos os negócios por mais fortes que pareçam em dado momento, acabam falindo, e quase sempre por que não foram capazes de inovar. Os concorrentes estão constantemente lutando por superar o líder, por maior que seja a diferença. Os empresários responsáveis sabem que correm sérios riscos quando ignoram esta lição.”

(Joseph Schumpeter e a destruição criativa. Do Livro O Profeta da Inovação de Thomas K. McCraw)

Na revista Valor Inovação Brasil 2016, onde são analisadas as 100 mais inovadoras do mercado brasileiro, vemos que um dos desafios são os investimentos que são dedicados a pesquisa e desenvolvimento (R&D) que ainda são baixos. Mas inúmeras empresas começaram a criar uma estrutura própria para desenvolvimento de Startups ligadas às empresas, mas de forma separada das equipes tradicionais com o objetivo aplicarem os conceitos de agilidade, mobilidade, escalabilidade, criação de apps na nuvem com o objetivo de acompanharem a nova onda da transformação digital das empresas que tomou contato do mercado.

Com os dispositivos móveis, milhares de aplicativos disponíveis para os usuários na ponta dos dedos, a mobilidade, as redes de comunicações, a disponibilidade e escalabilidade de datacenters espalhados e conectados em todo mundo facilitaram o acesso a dados e informações a todo momento em alguma aplicação transacional. A inovação dos aplicativos em todas as áreas do conhecimento, entretenimento e negócios permite as empresas inovarem na transformação digital de seus negócios. O avanço tecnológico, dos softwares e ferramentas disponíveis como: a AI-Artificial Intelligence, o IoT-Internet of Things e o Machine Learning, que são sistemas que aprendem sozinhos coletando dados, analisando-os e comparando com outros dados e transformando-os em informações e conhecimento.

A Inovação passou a ser um tema recorrente e sua aderência está cada vez mais presente nas empresas. A inovação entrou na moda, de tanto que se fala dela, mas inovação não é um modismo, muito pelo contrário, porque inovação não é algo novo, nem é uma invenção da era moderna, mas algo que existe desde a origem da nossa civilização.
O processo de inovação, possui 4 pilares: pessoas, estratégia, processos e recursos. As empresas começaram a dar relevância ao conceito e hoje já temos áreas e responsáveis pelo processo de inovação nas empresas utilizando estes pilares. O Brasil precisa aumentar os seus polos e centros de excelência em inovação, o que requer planos, diretrizes, estratégia na área científica e de pesquisa e desenvolvimento. Mas observamos que as empresas estão atentas ao processo de inovação e ao uso da tecnologia para elaborar novas formas criativas para inovar.

Embora entidades do governo, como: Ministério da Ciência e Tecnologia-MCTIC, FINEP, FNDCT, Fapesp, BNDES, atuem em fomentar a área de inovação com a formação de pesquisadores e cientistas, ainda falta muito a fazer. A Lei do Bem um programa incentivado do governo possui mais de 1.000 empresas  em projetos de inovação desde que o mesmo se iniciou.

As Empresas Mais Inovadoras fazem parte do DB_Master TOP Inovadoras, que é o resultado de um trabalho da área de Inteligência de Mercado da MSI Marketing que através do seu banco de dados, DB_Master, mapeou as empresas que mais investem em Tecnologia da Informação e se destacam em investir em inovação e tendem a se tornar as mais bem posicionadas no mercado.

As empresas dentro do universo das mais inovadoras se destacam nos segmentos demonstrados no gráfico abaixo.

Características do Banco de Dados TOP Inovadoras

Dentre as informações das empresas destacam-se: Dados das empresas (CNPJ, razão social, endereço completo, telefone, website, segmento, ranking, grupos, ano de fundação, origem do capital), executivos das principais áreas e indicadores de porte da empresa por faixa de faturamento e funcionários

  • Empresas Inovadoras: ~1.000
  • Executivo Principal: 1.000
  • Outros Executivos: 3.000
  • Atributos do Banco de Dados: +48
  • Projetos Lei do Bem = + 800
  • Faixa de Faturamento Anual
  • Faixa de Funcionários

Quer saber mais como podemos ajudar sua estratégia de MarTech – Marketing e Tecnologia nas áreas de negócios, dados, fluxo de processos e tecnologia, entre em contato comigo pelo email peyon@msi.com.br .


Executivo do mercado de Marketing e Tecnologia da Informação, Peyon é Chief Marketing Technologist – CMT na MSI Marketing. Tendo ampla experiência no desenvolvimento de negócios, marketing, serviços, comunicação de dados, TI, CRM, Automação de Marketing, Processos de Negócios. M.Sc. em Física, com MBA em Administração e especialização em Dados, Vendas, Marketing e Finanças. Durante sua carreira, o executivo trabalhou na NCR do Brasil, Promon Engenharia S/A, Digital Equipment Corporation-DEC, Dun & Bradstreet & Gartner Group, Informix, Diveo do Brasil e UOLDIVEO.