EXCLUSIVO: O ChefsClub continua crescendo e acaba de fechar uma nova rodada de investimento para acelerar ainda mais seu desenvolvimento. A rodada foi liderada pela Confrapar, já sócia desde o ano passado e que aumentou sua participação na empresa, e o ex-executivo da AMBEV, Geraldo Camargo. O valor desta rodada não foi divulgado.

Hoje consolidado como maior clube de gastronomia do Brasil, com seus mais de 1700 restaurantes parceiros, em 25 cidades diferentes, o ChefsClub quer usar a nova entrada de recursos para melhorar a experiência dos usuários e também dos proprietários e gestores de restaurantes.

É notório que neste momento de transição econômica a plataforma é uma parceira cada vez mais importante para os bares e restaurantes, sendo um aliado estratégico na retenção e atração de clientes. E para os frequentadores de bons restaurantes o aplicativo vem se tornando ferramenta quase que obrigatória.

Segundo Geraldo, a empresa ainda tem potencial de conveniar muitos estabelecimentos já que sua proposta de valor é clara e de longo prazo. “Quando conheci o aplicativo indiquei para restaurantes e amigos, além de ter me tornado um usuário assíduo. Vi algo ajudando muito a economia real e sendo extremamente vantajoso para os dois lados. A pergunta que me fiz foi: porque não tornar o crescimento deles ainda mais veloz?”, diz.

Segundo Guilherme Mynssen, CEO da ChefsClub, esta nova etapa valoriza o que já foi construído por toda equipe, porém traz um novo desafio. “Agora não só temos que continuar crescendo, mês a mês, dia-a-dia, como temos que refinar processos e investir massivamente em tecnologia. O que nos facilita é a atmosfera de trabalho e o engajamento das pessoas. Hoje já transformarmos em sócios, com compra de ações, até mesmo mais de um estagiário, por exemplo”, explica. “Temos um apetite gigante por meritocracia!”, finaliza.

A Confrapar, por sua vez, continua enfatizando o potencial tecnológico da plataforma e acredita muito na valorização do clube de gastronomia no curto prazo. “Iniciamos esta nova rodada porque a empresa mostrou ser de alta performance e por ainda ter muitas oportunidades a serem desenvolvidas”, finaliza Dina Rosman, vice-presidente do Fundo.