A segunda edição do Prêmio Mulheres Tech em Sampa, divulgou nesta semana as dez finalistas da competição. Os cinco projetos vencedores serão escolhidos e divulgados no 41º Café com Empreendedoras – edição especial Mulheres e Tecnologia , evento que ocorrerá no dia 11 de dezembro, no auditório do Google em São Paulo.

A premiação foi criada para incentivar a atuação de mulheres na área de tecnologia, com o apoio da Rede Mulher Empreendedora (RME), Google For EntrepreneursTech Sampa e política da Prefeitura de São Paulo de fomento a novas empresas de tecnologia.

As ganhadoras receberão 10 mil reais cada, num total de 50 mil reais, além de um ano de mentoria com a Rede Mulher Empreendedora.

Os projetos finalistas são coordenados por mulheres e  têm como objetivo geral estimular o empreendedorismo feminino com foco em tecnologia. A ideia é que as iniciativas ajudem a é ampliar a participação de mulheres no ecossistema de startups da cidade durante o ano de 2016.

Os projetos finalistas são:

  • Academia Lovelace – proposto por Letícia Santos e Jean Lima, o projeto consiste em um curso online de programação, com módulos presenciais. Ao final do curso, como experiência prática, as alunas construirão projetos de tecnologia para entidades sem fins lucrativos;
  • As aventuras de Meg Margadinória no Reino das Formigas – proposto por Tatiana Barros, o projeto visa incentivar, através de um jogo de tabuleiro, o interesse e a habilidade de meninas do Ensino Fundamental I em competência lógico-matemáticas, afastando o estereótipo de que matemática é coisa de menino;
  •  Conectando empreendedoras negras – proposto por Fernanda Ribeiro, o projeto consiste no desenvolvimento de um aplicativo que tem como objetivo integrar mulheres negras empreendedoras, considerando o contexto atual, no qual as mesmas não se sentem integradas em outras redes por falta de representatividade;
  •  Curso PrograMaria: EuProgrAMO – Introdução à lógica de programação e desenvolvimento web – proposto por Iana Chan, o projeto consiste em um curso presencial de programação para mulheres, com carga horária de 32 horas, além da criação de uma rede de mulheres na tecnologia e banco de talentos;
  • Gênero e poder – Oficinas de feminismo, comunicação nas redes e engajamento social para meninas – proposto por Martha Lopes e Marcela Chartier o projeto tem o objetivo de instrumentalizar meninas de 14 a 20 anos com ferramentas de comunicação em rede e produção de conteúdo online, a fim de que tenham autonomia no espaço virtual e possam desenvolver projetos digitais e campanhas sociais;
  •  Marialab Hackerspace – proposto por Vanessa Tonini e Carine Ross, o projeto visa oferecer oficinas de capacitação em tecnologia para mulheres a partir de 14 anos, além de criar uma rede de apoio das participantes para troca de informações e ajuda;
  •  Meninas e mulheres na informática – proposto por Edcléia Aline Freitas, com o objetivo de ensinar lógica de programação e informática básica em CEUs e escolas públicas;
  • Portfolia: women in social business – proposto por Elena Crescia, o projeto visa construir uma plataforma digital de relacionamento e troca de aprendizados entre as mulheres fundadoras de negócios sociais;
  • PyLadies São Paulo – proposto por Alini, Ceci, Erika e Pat, o PyLadies São Paulo pretende realizar ao menos nove cursos ao longo de 2016 para o ensino de programação para mulheres da cidade de São Paulo, utilizando a linguagem Python, incluindo um curso especialmente voltado para meninas de até 13 anos;
  •  Women Up Games – proposto por Ariane Parra e Juliana Batista, o projeto incluirá Game Days (campeonatos) temáticos para mulheres e palestras com o tema “mulheres nos games”.

Para saber mais sobre local, horário e programação, consulte a Agenda de Eventos Startupi.