O mercado latino-americano está em constante expansão, abrindo portas para investidores internacionais, o que faz com que importantes processos de aceleração de países europeus e EUA busquem startups como as brasileiras para investir. Confira abaixo três importantes chamadas que estão se encerrando nos próximos dias:

Deloitte Disruptors Digital – Prazo: Até hoje, 16 de setembro

A aceleradora portuguesa Beta-i junta-se à multinacional Deloitte para criar o primeiro programa de aceleração vertical em Portugal – Deloitte Disruptors digitais. As startups participantes terão a oportunidade de desenvolver seus negócios em Lisboa, considerada uma das melhores cidades europeias para o empreendedorismo.

O programa dura 2 meses e a Deloitte pretende atrair as mais inovadoras startups de tecnologia da América Latina. Cada equipe selecionada receberá até 100.000 euros em vários benefícios, espaço de coworking livre para a duração do programa no centro de negócios de Lisboa. Tudo isso sem qualquer participação (equity) nas empresas.

StartPlanet NI – Prazo: sexta-feira, 18 de setembro

O programa da aceleradora de Belfast, Irlanda do Norte, tem duração de 90 dias e selecionará 10 startups de todo o mundo. O StartPlanet NI foi criado para ajudar startups com alto potencial crescimento a se conectar com investidores britânicos para levantar fundos, introduzindo cada empresa para validar seus produtos no mercado europeu.

O programa investirá de 15.000 a 40.000 libras esterlinas por equipe, em troca de uma participação de 8%, onde 2% serão destinados a um fundo dos fundadores, onde todas startups do programa terão participação nas outras participantes.

Internacional Accelerator – Prazo: 5 de outubro

Este evento, que acontece no Texas, é focado exclusivamente em ajudar os fundadores não-americanos a expandir seus negócios nos Estados Unidos. Nesta oportunidade, 10 candidatos serão convidados a apresentar os seus negócios para uma ampla rede de mentores e a comissão de investidores da IA. Os empreendedores selecionados serão responsáveis apenas pelo custo das passagens, sendo todo o resto financiado pela IA.

Fonte: Fundacity