A Next Level Sports, startup brasileira que atua na área de programas de intercâmbio esportivos e educacionais vinculados ao Esporte Universitário nos Estados Unidos, recebeu investimento de mais de R$3 milhões do Felipe Melo, volante do Galatasaray, com passagem pela Seleção Brasileira de futebol. Com o acordo assinado, o jogador adquiriu 20 % da marca e virou sócio da empresa, fundada em 2008.

O objetivo da startup é criar oportunidades e soluções para jovens atletas, entre 14 e 23 anos, que desejam dar continuidade a carreira esportiva ao mesmo tempo em que concluem os estudos. Para isso, a agência criou há três anos o Next Academy  e, em parceria com a Adidas e a English Town, prepara estudantes-atletas para que alcancem sucesso utilizando o esporte e a educação como ferramenta de desenvolvimento.

Com a Next Academy, todo o processo que visa proporcionar a experiência de estudar e defender uma equipe universitária nos EUA é feito com a participação da empresa: desde a preparação, adaptação e desenvolvimento dos atletas, que duas vezes por ano tem a oportunidade de serem selecionados para ingressar nas universidades americanas parceiras do projeto. O suporte inicia-se no Brasil, onde são feitas avaliações esportivas, preparação e inscrição para os exames, traduções e filmagens.

A metodologia de treinamento é desenvolvida por coaches e profissionais com experiência em um dos melhores clubes do país, realizada em campos de futebol de alta qualidade e com jogos mensais filmados para avaliação. Durante estes treinamentos, que acontecem duas vezes por semanatambém há viagens para campeonatos nos EUA.

Já fora de campo, combinando a parte acadêmica com desenvolvimento esportivo, a Next ajuda a preparar os estudantes-atletas para ingressarem em universidades americanas através de bolsas esportivas. Durante a preparação no Brasil, enquanto treinam, os participantes também estudam o idioma por meio de uma plataforma online da English Town. Nela, os estudantes-atletas têm a oportunidade de aprender e aperfeiçoar o inglês e se preparar para exames como o TOEFL, exigido nas universidades americanas. Apenas a combinação positiva de treinamento + jogos + estudos, com boas notas nas avaliações trimestrais, pode levar os jovens a conquistarem as bolsas nas universidades parceiras, que já somam mais de 200 só nos Estados Unidos.