O Kickoff, aplicativo gratuito de relacionamentos, lançado para o público de São Paulo em dezembro de 2014, já passou da marca de 100 mil usuários na cidade e contabilizando mais de 500 mil matches. Na última semana, o aplicativo estreou no Rio de Janeiro e o Startupi aproveitou para conversar com Clayton Spencer, CEO e fundador do Kickoff para saber mais sobre o sucesso do aplicativo.

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Spencer disse ao Startupi que um dos motivos para escolher o Rio de Janeiro como a segunda cidade para receber o aplicativo foi o fato dos cariocas serem sociáveis e gostarem de conhecer novas pessoas. “Os cariocas valorizam seus amigos e confiam ainda mais em pessoas que conhecem através de amigos”. É exatamente essa a proposta do Kickoff, o app rastreia os contatos do usuário no Facebook e inicia a exibição de possíveis parceiros e suas características – o usuário só entra em contato com amigos de seus amigos e com uma quantidade limitada deles por dia (no máximo 10).

Além disso, Spencer disse que recebeu milhares de e-mails de cariocas questionando sobre a estreia do aplicativo na cidade e isso foi decisivo para sua escolha. “Se você não é de São Paulo nem do Rio de Janeiro pode ficar tranquilo. Pessoas de todas as cidades do Brasil podem baixar o Kickoff e fazer parte de uma lista de espera da sua cidade. As cidades com mais procura terão preferencia na escolha para receber o app”. Spencer comenta ainda que enquanto o aplicativo não é liberado para as outras cidades, os usuários conseguem até dar uma “olhadinha” para ver como funciona o aplicativo.

Spencer afirma ainda que pretende expandir o Kickoff para todas as grandes cidades do Brasil ainda este ano. “Pretendemos antes do final de 2015 oferecer o serviço para todas as grandes cidades e nossa expectativa é ter mais de 5 milhões de usuários – mais do que o Tinder. Estamos no caminho certo para fazer isso”.

O aplicativo gratuito e disponível para iOS e Android não considera cobrar dos usuário. “Não temos planos de cobrar. Semelhante ao Facebook e Instagram, pretendemos ter uma grande rede de pessoas e não cobrar dos usuários. É claro que nós planejamos fazer dinheiro em algum momento no futuro. Por enquanto, estamos apenas focados em crescimento”.

Veja aqui a primeira parte da matéria.