Nem só de café e wi-fi se faz um programa de aceleração. Ok, essa foi cruel, todo mundo sabe há mais coisas envolvidas – mas nem sempre isso fica claro.

A aceleradora 21212, com sede no Rio de Janeiro e posto avançado em Nova York, compartilhou tudo o que foi feito e usado para que suas startups conseguissem se desenvolver. Um dos motivos de compilarem os números é ter métricas para apresentar a investidores que foram convidados para um encontro em São Paulo nesta quinta-feira, ocasião na qual o objetivo é (além de se relacionar, trocar ideia, etc): buscar mais investimento.

Seguem os principais números, atualizados com base no mês de julho de 2014:

  • 34 meses de operação
  • 650 m2 de espaço de trabalho compartilhado
  • 18 pessoas na equipe de aceleração
  • 4 processos de seleção de startups
  • mais de 1400 startups se inscreveram…
  • …oriundas de 27 países diferentes
  • 35 startups foram aceleradas…
  • … com 111 empreendedores…
  • … e 255 empregos gerados
  • juntas, 15 startups captaram mais de R$ 25 milhões em investimento
  • esses investimentos deram retorno de 4x para a aceleradora*
  • 2 startups possuem operação internacional
  • 50 profissionais deram mentoria, incluindo 15 estrangeiros
  • 18 estudantes estrangeiros de universidades reconhecidas trabalharam no processo de aceleração da 21212
  • 30 parceiros, incluindo grandes empresas, cederam serviços às startups
  • 200 relacionamentos foram mantidos com investidores nacionais e estrangeiros
  • 500 investidores na rede de abrangência da aceleradora
  • a 21212 promoveu 9 eventos com mais de 2.000 participantes
  • mais de 400 horas de treinamento de pitch.
*”Com isso queremos dizer que as 15 empresas que receberam investimentos representaram um retorno de valorização do investimento inicial da 21212 em 4x. Isso não significa que fizemos exits dessas empresas” – Frederico Lacerda, CEO da 21212.
Ainda: até 3 meses atrás**, a família 21212 já tinha consumido:
  • 14.940 litros de café
  • mais de 110 pizzas
  • 1.679 latas de cerveja

**Estes números ainda não foram atualizados, mas há suspeitas de que o pessoal continua se alimentando. Inclusive dessas coisas. Nenhuma pessoa passou fome enquanto compilava esses dados – nem deixou de atualizá-los por falta de pizza, café e cerveja.