Gravei um vídeo com o fundador do evento Campus Party, Paco Ragageles, após a coletiva de imprensa (assista como foi) que aconteceu esta tarde no prédio da Vivo (patrocinadora principal) em São Paulo. Além do palco Hypatia – onde palestrantes e debatedores abordarão temas referentes a empreendedorismo e startups – e das costumeiras oficinas paralelas – incluindo a Maratona de Negócios -, a #CPBR7, que acontece em São Paulo entre 27 de janeiro e 2 de fevereiro de 2014, terá ainda uma programação especial para startups previamente selecionadas.

Chamado de Startup&Makers Camp, o espaço ficará na área de exposição (onde todo público poderá acessar) e contará também com pequenos palcos para apresentações dos 300 selecionados. Mas o interessante é que eles passarão por um verdadeiro processo de aceleração de uma semana.

300 startups serão selecionadas para programação especial

Em primeiro lugar, só serão selecionadas startups que já tenham CNPJ e algum faturamento, com o objetivo de usarem o evento para venderem seus produtos. Em segundo lugar, dezenas de investidores estão sendo convidados a ouvirem pitches e se reunir com os empreendedores. Em terceiro lugar, os empreendedores selecionados também receberão mentoria (diferente da mentoria que será direcionada ao público iniciante ou que ainda não está firme com sua startup).

A seleção das 300 startups que participarão do Startup&Makers Camp (que também deve reunir construtores de aparatos) vai acontecer previamente ao evento, por comissão a ser identificada pela Campus Party. O site do evento terá um link para os candidatos. Na edição mexicana do evento, houve um teste do espaço Startup&Makers, e a organização afirma que 16% dos participantes conquistaram investimento e 40% conquistaram vendas.

Prêmio milionário para tecnologia aberta

A Campus Party também aproximou-se da União Européia para promoção da competição Fi-Ware, que visa ao desenvolvimento de aplicações baseadas em um novo padrão tecnológico de fonte aberta (código livre), num movimento que pessoalmente interpreto como uma alternativa à hegemonia regulatória dos serviços baseados nos Estados Unidos.