A lista das selecionadas  no programa Start-Up Brasil, do Governo Federal, saiu na semana passada, como vocês já sabem. É de conhecimento de alguns de vocês que nosso diretor Diego Remus errou e trocou o site de uma das selecionadas, a TotemStore, e muita gente criticou a empresa errada.

Mas, como errar é humano e perdoar é divino (!), nós fomos atrás, descobrimos contatos e conversamos com os cofundadores da startup, Rodrigo Labanca e Beatriz Folly. Enfim, eis o site certo, cujo endereço é http://thetotemstore.com, e o perfil da empresa.

O valor liberado para aporte à TotemStore por meio do programa governamental foi de R$ 195 mil e estamos achando que eles serão acelerados pela Papaya – um investimento considerável que mira em um produto voltado à melhoria econômica dos pequenos empreendedores.

O princípio fundamental do produto oferecido é um aplicativo que permite aos lojistas oferecer produtos customizados sem aumentar seu custo com logística e estoque.

Explica-se:  pequenas lojas, como o próprio adjetivo já diz, têm entraves para guardar estoques grandes. É com o intuito de melhorar o uso de espaço e reduzir o capital de giro desses estabelecimentos de produtos customizáveis que a TotemStore trará ao mercado um aplicativo de vendas, a ser instalado em tablets.

“A solução permite que qualquer lojista possa dispo­nibilizar produtos de seus fornecedores em um ponto de venda de forma simples e personalizada”, afirma Rodrigo Labanca, cofundador da TotemStore. Com isso, segundo ele, o custo com estoque e capital de giro é reduzido. “A ideia é aumentar a capilaridade das vendas do varejista”, afirma.

A empresa, cuja sede fica no Rio de Janeiro, tem quatro fundadores (dois dos quais integralmente dedicados à companhia). A atuação da TotemStore ainda é incipiente – acordos comerciais e definições estão em andamento. O começo oficial, no entanto, está agendado para o começo de setembro.

A startup vai operar em território nacional – mas já há projetos que provavelmente serão ampliados até a seara internacional.

Funciona assim: um catálogo virtual é demonstrado por meio de um aplicativo pela varejista. O cliente final, então, faz a customização de acordo com a preferência para, em seguida, ter o seu pedido encomendado e atendido.

Por ora, segundo Labanca, o atual foco da startup é no ponto de venda físico – mas nada impede, no futuro, que essa customização seja feita pelo cliente final via internet.

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