Ok, pode discordar. Pode dizer que sempre haverá alguém vendendo pipoca na esquina e que o importante mesmo é o dinheiro. Mas este post é sobre o contexto de relacionamento das marcas/empresas/produtos no mundo digital, cada vez mais social, coletivo e compartilhado – além de versátil, atravessando plataformas e formatos. Afinal, quase todo mundo tem celular, ou celulares, e está ficando comum usar tanto mídias sociais quanto meios de pagamento no “mobile”.

Desejo ou necessidade, compra ou venda. Tudo que se necessita é uma informação. Sobre quem poderia comprar. Ou quem poderia vender. Ao alcance de um link. Na ponta do dedo. Inclusive no smartphone. Quem me deu uma série insights foi a Lígia Dutra (profissional web com passagens pelo BuscaPé, Flytex, Netshoes, Shoestock, byMK e nkstore, palestrante, professora na ESPM/SP, criadora do “Bate-papo sobre e-commerce”).

“O e-commerce não é apenas o carrinho de compras! Há uma série de coisas envolvidas, tem lugar para uma série de serviços”, ouvi de uma Lígia sapiente. “Tem tanta coisa relacionada à decisão de compra e à experiência de compra. A parte transacional é realmente só uma parte”.

E se e-commerce fosse apenas a parte transacional? Mesmo em cidades pequenas, até padarias e outros negócios tradicionais usam computadores de algum tipo para registrar fornecedores, estoques e fazer as transações de compra e venda.

Esta é a conclusão (com a qual concordo) de Lígia, que vem promovendo o Bate-papo desde 2008 (já alcança a 32a edição em São Paulo). “O Bate-papo sobre e-commerce é uma plataforma online (com mais de 1.400 membros) e também um encontro presencial de pessoas que se envolvem com os vários aspectos do tema. Já pude conhecer muitos e muitos profissionais de primeira qualidade, que apresentam suas experiências e contribuem para o avanço do e-commerce”.

Para aprofundar sua compreensão sobre o tema: